Jan 26, 2010

Hábitos

Hábitos

Como Caráter É Construído

Quando semeamos um pensamento, colhemos um ato;
Quando semeamos um ato, colhemos um hábito;
Quando semeamos um hábito, colhemos caráter;
Quando semeamos caráter, colhemos um destino.

Green, Michael P., Illustrations for Biblical Preaching (Ilustrações Para Pregação Bíblica), (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House) 1989.

Por que o anjo removeu a pedra?

Por que o anjo removeu a pedra?

Por que o anjo removeu a pedra (Mat 28:2-4)? Para quem ele tirou aquela pedra do lugar?

Para Jesus? Foi isso que eu sempre pensei. Sempre achei que o anjo tinha removido a pedra para que Jesus pudesse sair. Mas pense um pouquinho sobre isso. Será que a pedra realmente precisava ser removida para que Jesus saísse? Deus precisava de alguma ajuda naquele momento? Seria o Conquistador da morte tão fraco que nãofosse capaz de empurrar uma pedra? ("Ei, alguém aí fora poderia empurrar a pedra para eu sair?")

Acho que não. O texto nos dá a impressão de que Jesus já estava fora do túmulo quando a pedra foi removida! Em nenhum lugar dos evangelhos lemos que o anjo removeu a pedra para Jesus. Para quem, então, a pedra foi removida?

Ouça o que o anjo diz: "Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia" (v. 6).

A pedra foi removida, não para Jesus, mas para as duas mulheres; não para que Jesus pudesse sair, mas para que as mulheres pudessem olhar para dentro!

Maria olha para Maria, e esta tinha no rosto o mesmo sorriso que esboçou quando o pão e o peixe estavam saindo do cesto. A antiga paixão estava de volta. De repente, não havia nenhum problema em sonhar de novo.

"Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis" (v. 7).

Maria e Maria não precisaram ouvir aquilo outra vez. Elas se viraram e começaram a correr para Jerusalém. A escuridão se fora. O sol estava brilhando. - Max Lucado - "Ele Ainda Remove Pedras", Editora CPAD, 2003

O índios e o medo do rio

O índios e o medo do rio

Existe uma história contada no Brasil a respeito de um missionário que descobriu uma tribo de índios numa parte remota da floresta. Eles viviam perto de um grande rio. A tribo era amigável e precisava de atenção médica. Uma moléstia contagiosa estava devastando a população e muita gente morria diariamente. Havia uma enfermaria localizada em outra parte da floresta e o missionário determinou que a única esperança para a tribo era ir ao hospital para tratamento e vacinações. Para poderem chegar ao hospital, entretanto, os índios teriam de atravessar o rio — uma façanha que eles não estavam dispostos a realizar.

O rio, acreditavam, era habitado por espíritos maléficos. Entrar na água significava morte certa. O missionário deu início à difícil empreitada de superar a superstição da tribo.

Ele explicou como havia atravessado o rio e chegado ileso. Não teve sorte. Levou o povo à margem e colocou a mão na água. Ainda assim os índios não acreditaram nele. Ele entrou no rio e borrifou água no rosto. O povo observou atentamente, mas ainda hesitava. Por fim, ele voltou-se e mergulhou na água. Nadou por baixo da superfície até sair do outro lado.

Tendo provado que o poder do rio era uma farsa, o missionário socou o ar com punho vitorioso. Ele havia entrado na água e escapado. Os índios romperam em vivas e seguiram-no ao outro lado.

Jesus viu gente escravizada pelo medo de um poder barato. Ele explicou que o rio da morte não era nada a temer. As pessoas não acreditaram nele. Ele tocou um rapazinho e trouxe-o de volta à vida. Os seguidores ainda não estavam convencidos. Ele insuflou vida ao corpo morto de uma menina. As pessoas ainda continuaram cínicas. Ele deixou um homem morto passar quatro dias num sepulcro e depois o chamou para fora. E suficiente? Aparentemente não. Pois foi necessário que ele entrasse no rio, que submergisse na água da morte antes de as pessoas acreditarem que a morte havia sido conquistada.

Mas depois que ele o fez, depois que saiu no outro lado do rio da morte, foi hora de cantar... foi hora de celebrar, foi hora de entoar cânticos e júbilos! - Max Lucado, em “Seis Horas de uma Sexta Feira”, Editora Vida, 1994.


Funeral - ilustrações para funerais

Funeral - ilustrações para funerais

Os três últimos desejos de Alexandre o Grande

Dizem que estes foram os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso....
- Autor desconhecido

A Rocha

Um homem estava dormindo a noite no interior quando, de repente, sua casa encheu de luz e o Senhor apareceu. O Senhor disse ao homem que ele tinha um trabalho para ele e mostrou uma rocha enorme na frente da sua casa. O Senhor explicou que o homem deveria empurrar a rocha com toda sua força.

Isso o homem começou a fazer, dia após dia. Por meses o homem se esforçou do amanhecer até o por do sol, seus ombros empurrando a superfície da rocha enorme e fria, mas a rocha não mudava.

Cada noite o homem retornava a sua casa, cansado, músculos doendo e sentindo derrotado porque não havia conseguido mudar a grande rocha.

Vendo que o homem estava mostrando sinais de desistir, O Maligno começou a colocar pensamentos negativos na cabeça dele. De repente o homem se achou pensando "Você está tentando ha muitos meses mudar essa rocha e nunca conseguiu nada. Para que você está se desgastando? Isso aí não dará resultado nenhum."

Mais tarde o homem começou a duvidar assim "Será que Deus queria que eu continuasse esse tempo todo? Ele só disse para eu empurrar a rocha, ele não disse por quanto tempo. Já faz alguns anos que estou empurrando, talvez eu posso desistir agora. Pelo menos, eu não preciso empurrar o dia todo e com tanta força. Eu posso me dedicar uma parte do dia a este trabalho e passar o resto fazendo outras coisas."

Ele decidiu fazer isso mesmo, mas depois ele chegou a pensar que seria bom orar ao Senhor sobre o caso.

"Senhor," ele falou, "eu trabalhei duro e por muito tempo no serviço que o Senhor me deu. Eu dei toda minha força para conseguir o que o Senhor quis. Mas, depois desse tempo todo ainda não consegui mudar aquela rocha nenhum centímetro. O que está errado? Por que eu estou sendo derrotado?"

O Senhor respondeu com compaixão. "Meu amigo, quando eu lhe pedi para me servir e você aceitou, eu lhe disse que sua tarefa era de empurrar aquela rocha com toda sua força, o que você fez até agora. Em nenhum momento eu disse que eu esperava que você mudasse a rocha. Sua tarefa era de empurrar. E agora você chega para mim pensando que você fracassou. Mas, será que foi assim, mesmo?"

"Olhe para você mesmo," disse o Senhor. "Seus braços estão fortes e musculosos. A musculatura das suas costas agora é bem desenvolvida e vigorosa. Suas pernas estão duras e robustas, suas mãos firmes. Enfrentando a resistência você cresceu muito e agora suas habilidades ultrapassaram em muito o que você era antes.

Mas, você ainda não mudou a rocha. Porém, sua tarefa não era de mudar a rocha e sim de ser obediente e empurrar com toda sua força. Isso você fez, e fez bem. Ao contrário de ser um fracasso você foi bem sucedido e venceu. Eu apenas queria que você exercitasse sua fé e confiasse na minha sabedoria. Isso você fez. "Eu, meu filho, agora vou mudar a rocha."

Às vezes quando ouvimos uma palavra de Deus queremos usar nosso próprio raciocínio para decidir o que Ele quer, quando, o que Deus realmente quer é apenas uma simples obediência e fé nEle. Com certeza, devemos ter a fé que pode mover montanhas, mas lembrar ainda que quem de fato move as montanhas é Deus.

- do devocional "Tidbits"

Evangelismo

Evangelismo

Deus Pode Salvar Qualquer Um

Certa vez, numa campanha evangelística o pregador parou a palestra e pediu que cada pessoa falasse de seu testemunho para a pessoa de seu lado. Um menino virou para o senhor ao seu lado e perguntou “Senhor, você conhece Jesus como seu Salvador?” Um pouco indignado o homem olhou para o menino e disse “Meu filho, eu sou diácono ordenado.” Com toda a inocência no mundo, o menino respondeu, “Mas, senhor, isso não importa. Deus pode salvar qualquer um.”

- Bailey Smith, "Real Evangelism", p. 117.

A Música Do Evangelho

Fritz Kreisler (1875-1962), violinista internacionalmente famoso, quis certa vez adquirir um violino que sabia ser de excelente qualidade, mas não tinha no momento o dinheiro exigido. Ele voltou mais tarde, mas o violino já havia sido vendido para alguém. Perguntou ao vendedor quem o adquirira. Em seguida, foi à procura do comprador, conversou com ele, mas o homem não queria vender o violino recém-adquirido. Então Kreisler, algo desanimado, pediu ao homem que pelo menos o deixasse tocar um pouquinho antes de ir embora. Tomou nas mãos o instrumento, fechou os olhos, e tocou tudo o que sabia. Quando acabou, o homem estava tão encantado que disse: “Sr. Kreisler, depois do que acabo de ouvir, eu não tenho o direito de guardar esse instrumento comigo. É seu, leve-o ao mundo inteiro e faça com que as pessoas ouçam o que eu ouvi agora" - Our Daily Bread 4-2-94 (O Pão Nosso de Cada Dia).

Nossa missão é tocar para os ouvidos do mundo a música sublime do Evangelho!

Recebemos esta sublime mensagem de graça. Vamos não parar de tocar nunca. Vamos tocar, vamos contar o Evangelho, não porque somos mandados, mas, porque podemos porque o Espírito quer e porque Jesus está conosco.

- autor desconhecido

O Professor E Os Meninos Da Escola Dominical

O Professor E Os Meninos Da Escola Dominical

No começo deste século, num domingo de manhã um homem estava passando na rua e viu quatro meninos. Pelo jeito deles o homem tinha a impressão que logo eles acabariam em confusão. Então, ele os convidou para irem à igreja com ele. Mas, quando ele chegou na igreja, descobriu que não havia aula para adolescentes na sua igreja.

Então, ele começou uma aula para adolescentes. Durante quatro anos ele ensinou aqueles jovens tudo que ele sabia. Ele não era um professor excepcional, mas ele ensinou tudo que sabia. Toda semana ele se encontrou com aqueles jovens rapazes e eles chamaram seus amigos. No final daqueles quatro anos havia um bom grupo.

Com tempo os quatro seguiram seus próprios caminhos da vida e o homem também. Ele nunca mais ouviu falar dos quatro. Passou-se trinta e dois anos.

No dia de seu aniversário 32 anos depois ele recebeu quatro cartas. Um dos homens havia coordenado o contato e cada um havia escrito para ele para falar do que estava fazendo. Uma carta veio de um missionário na China. Outra carta veio do secretário de Comércio do governo federal dos Estados Unidos. A terceira carta era do assistente do então presidente dos EUA, Herbert Hoover. E a quarta carta era do próprio presidente dos EUA.

Será que no final daqueles quatro anos aquele professor tinha idéia do futuro de seus alunos? Você sabe do futuro de seus alunos? Qualquer trabalho feito no Reino tem possibilidades que ninguém pode medir. Você nunca sabe o quanto um de seus alunos está ligado em você, em cada palavra, cada ação, cada atitude. Cada momento com você é um momento especial para ele que ele talvez nunca esqueça.

É interessante saber que o apóstolo João podia décadas depois lembrar a hora em que ele conheceu Jesus. Foi mais ou menos às quatro horas da tarde (João 1:39). Tão marcante foi aquele encontro que ele nunca esqueceu.

- Adaptado e traduzido de uma ilustração de Max Lucado numa pregação de 29 de agosto, 1993.

Alguns provérbios modernos para pais

Alguns provérbios modernos para pais

A melhor dádiva que você pode dar ao seu filho é o seu tempo.

"Um pai, ainda que o mais pobre, tem sempre uma enorme riqueza para deixar ao filho: seu exemplo!" (Coelho Neto)

"O maior feito que um pai pode realizar em favor dos filhos é amar a mãe deles." - Josh McDowell

"Uma criança provavelmente não encontrará um pai em Deus, a não ser que encontre algo de Deus em seu próprio pai." - Glen Wheeler

James Dobson tem um livro cujo título é: "Ser Pai Não É Coisa Para Covardes". Não é mesmo nada fácil ser pai. É uma tarefa exigente e difícil.

De alguns pastores até se ouve dizer que são "paistores".
- Do site de Pr. Walter Pacheco

A Conversão Do Mineiro

A Conversão Do Mineiro
Um mineiro de carvão se converteu. Seus amigos acharam graça. Ficaram tirando onda com ele. Antes ele bebia muito, e não acreditaram na conversão dele.

- "Ò Carlos, você acredita que Jesus virou água em vinho naquela festa?" perguntaram.

- Carlos respondeu. "Não sei se Jesus realmente virou água em vinho naquela casa. Mas, eu sei que na minha casa ele virou cachaça em comida na mesa."

Qual a maior prova de milagres? A transformação na vida dele.

Por que eu acredito nos milagres de Jesus? Pelos milagres que ele fez na minha vida.

Não vi Jesus virar água em vinho. Não vi ele tornar cinco pães num banquete para cinco mil. Mas, eu vi ele tornar um homem violento, revoltado, e vingativo numa pessoa que até seus velhos amigos dizem - "Só Deus pode ter feito isso."

Há pessoas violentas, corruptas, entregues a todo tipo de paixão e vício. Jesus as mudou.

Elas acreditam em milagres? Elas acreditam em transformação?

Acreditam sim! Porque elas viram milagres nas suas próprias vidas. Você acredita em milagres?
- autor desconhecido

Nossas Cicatrizes

Nossas Cicatrizes

"Há alguns anos, em um dia quente de verão, um pequeno menino decidiu ir nadar no lago que havia atrás de sua casa. Na pressa de mergulhar na água fresca, foi correndo e deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa.

Voou para a água, não percebendo que enquanto nadava para o meio do lago, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água. Sua mãe, em casa, olhava pela janela enquanto os dois estavam cada vez mais perto um do outro.Com medo absoluto, correu para o lago, gritando para seu filho o mais alto quanto conseguia. Ouvindo sua voz, o pequeno se alarmou, deu um giro e começou a nadar de volta ao encontro sua mãe. Mas era tarde. Assim que a alcançou, o jacaré também o alcançou.

A mãe agarrou seu menino pelos braços enquanto o jacaré agarrou seus pés.Começou um cabo-de-guerra incrível entre os dois. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais apaixonada para deixa-lo ir.

Um fazendeiro que passava por perto, ouviu os gritos, pegou uma arma e disparou no jacaré. De forma impressionante, após semanas no hospital, o pequeno menino sobreviveu. Seus pés extremamente machucados pelo ataque do animal, e, em seus braços, os riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o filho que ela amava.

Um repórter de jornal que entrevistou o menino após o trauma, perguntou-lhe se podia mostrar suas cicatrizes. O menino levantou seus pés. E então, com óbvio orgulho, disse ao repórter - Mas olhe em meus braços. Eu tenho grandes cicatrizes em meus braços também. Eu as tenho porque minha mãe não deixou eu ir.

Você e eu podemos nos identificar com esse pequeno menino. Nós também temos muitas cicatrizes. Não, não a de um jacaré, ou qualquer coisa assim tão dramática. Mas as cicatrizes de um passado doloroso, algumas daquelas cicatrizes são feias e causam-nos profunda dor.

Mas, algumas feridas, meu amigo, são porque DEUS se recusou a nos deixar ir. E enquanto você se esforçava, Ele estava lhe segurando.

Se hoje o momento é difícil, talvez o que está te causando dor seja Deus cravando- lhe suas unhas para não te deixar ir, lembre-se do jacaré e muito mais Daquele que mesmo em meio a tantas lutas nunca vai te abandonar e certamente vai fazer o que for necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar-lhe cicatrizes".

Cicatrizes? Eu as tenho aos montes. As das pernas produzem lembranças amargas e mais arrependimento ainda...mas são anuladas pelo doce lembrança do resgate. Vivemos assim nesse mundo dúbio não de fé, mas de lembranças. As cicatrizes das pernas fazem-nos recordar do tempo em que descíamos o poço. Quanto mais descíamos, mais queríamos descer para conhecermos mais trevas. Estávamos sendo puxados para baixo. Todavia, antes que se partisse o fio de prata uma luz brilhou na entrada do poço profundo e fomos puxados com mão forte para o Reino da Luz.
Pr Airton

Autor: desconhecido

UM MILAGRE CHAMADO "AMIZADE"

UM MILAGRE CHAMADO "AMIZADE"

Eles se conheceram quase por acaso, voltando da escola. Toinho deixou seus livros caírem no chão e Zé o ajudou.

Já que suas casas eram próximas, Zé o ajudou a carregar seu material escolar.
Passaram aquela tarde juntos, vendo televisão, jogando futebol e outros passatempos de adolescentes.

Formaram-se no colegial no ano seguinte.
Na noite da formatura, Toinho perguntou a Zé:
- Lembra-se de quando nos conhecemos?

- Sim, respondeu o amigo, você parecia um "nerd" com aquele monte de livros.

- Sabe porque eu estava carregando todos aqueles livros?

- Nem imagino, Toinho.

- Eu tinha limpado meu armário na escola e estava indo para casa tomar um vidro inteiro de um dos calmantes da minha mãe. Eu queria morrer... mas não queira deixar meu armário bagunçado.

- Que loucura, amigo!? Porque isso?

- Minha vida estava uma droga!!! Mas, depois passarmos aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir. Quando você se abaixou para me ajudar a pegar aqueles livros no chão e se tornou meu melhor amigo, evitou que eu fizesse uma besteira. Obrigado!


Mas há amigo que é mais
chegado do que um irmão.
Provérbios 18.24

Fonte: www.metaforas.com.br

QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA

QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA

Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.

O outro usava muleta e, não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.

O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto).

O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo:
- Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.


Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
Salmo 41.9

Autor: Desconhecido

O MELHOR AMIGO DO MENINO

O MELHOR AMIGO DO MENINO

Ao ver os filhotinhos na vitrine, um menino que ia passando ficou quase louco para comprar um cachorrinho.

Ele não tinha muita noção do valor do dinheiro, por isso achou que as poucas moedas que tinha no bolso seriam suficientes. Não eram, mas, ele entrou na loja assim mesmo.

O dono o atendeu com cortezia, porém, sabia que não teria condições de atender ao desejo do garoto. Nisso, uma cadela veio dos fundos da loja, seguida de cinco bolinhas de pêlo, um mais lindo que o outro, com exceção do último, que era mais lerdo que os demais.

- O que há com ele? Parece estar mancando,
perguntou o menino.

- Ele nasceu com um problema na junta do quadril.
- É esse que eu quero!
- O veterinário disse que esse cachorrinho vai andar mancando assim para sempre. Sempre andará mais devagar que os outros. Tem certeza de que quer um bichinho assim?
- Sim, eu tenho certeza.
- Então,
disse o homem, eu vou dá-lo para você, pois ele não tem valor comercial.
- Mas, para mim, tem muito valor. Será meu melhor amigo.
- E não te incomoda ele ser manco?

O garoto, então, levanta a perna da calça e mostra os aparelhos que usa para andar:
- Eu também manco!
Dá uma piscadinha para o homem e conclui:
- Acho que nós vamos nos dar muito bem.

Nós o amamos, porque ele
nos amou primeiro.
I João 4.19

Autor desconhecido.

Depende das Mãos

Depende das Mãos

Uma bola de basquete em minhas mãos vale R$35,00. Uma bola de basquete nas mãos do Oscar vale R$70,00. Depende das mãos que a seguram.

Uma bola de vôlei nas minhas mãos vale uns R$25,00. Uma bola de vôlei nas mãos do Tande vale uns R$50,00. Depende das mãos que a seguram.

Uma raquete de tênis em minhas mãos não tem uso algum. Uma raquete de tênis nas mãos do Guga o tornou o atual número 1 do mundo. Depende das mãos que a seguram.

Uma vara em minhas mãos vai manter animais afastados de mim. Uma vara nas mãos de Moisés abriu o Mar Vermelho. Depende das mãos que a seguram.

Um estilingue nas minhas mãos é um brinquedo. Um estilingue nas mãos de Davi se tornou uma arma poderosa. Depende das mãos que o seguram.

Dois peixes e cinco pães em minhas mãos se tornarão alguns sanduíches. Dois peixes e cinco pães nas mãos de Jesus podem alimentar multidões. Depende das mãos que os seguram.

Pregos em minhas mãos podem significar a construção de uma casa. Pregos nas mãos de Jesus significam a salvação do mundo inteiro. Depende das mãos...

Como você pode concluir agora, que tudo depende das mãos... Então, coloque suas preocupações, interesses, temores, anseios, sonhos, sua família, e seus relacionamentos nas mãos de Deus. Pois tudo depende das mãos que os têm.

Autor: desconhecido POSTADO PELO EV. RODRIGO MACHADO

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO

Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, começaram a discutir tanto que um acabou dando um soco no rosto do outro.

O que foi agredido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO NO ROSTO.

Mesmo ressentidos, seguiram viagem juntos e chegaram a um oásis. Enquanto se banhava num dos poços, o que havia levado o soco começou a se afogar, mas, foi salvo pelo amigo.
Ao se recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA!
Quando um amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

Fiéis são as feridas dum amigo;
mas os beijos dum inimigo são enganosos.
Provérbios 27.6

Autor desconhecido.

EU SABIA

EU SABIA!

Na guerra...
- Meu amigo ainda não regressou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo, pediu um soldado ao seu superior.

- Permissão negada, soldado,
respondeu o oficial, não quero que você arrisque a sua vida por um homem que provavelmente já está morto.

O soldado, desconsiderando a proibição, saiu e, uma hora mais tarde, voltou transportando o cadáver de seu amigo.
O oficial ficou furioso:
- Eu te disse que ele já estava morto! Agora, por causa da sua indisciplina, eu perdi dois homens, pois você ficará preso e enfrentará a corte marcial. Valeu a pena, soldado, só pra resgatar um cadáver?

E o soldado respondeu:
- Senhor, quando encontrei o meu amigo ele ainda estava vivo e pode me dizer: "Eu sabia que você viria!"


Em todo o tempo ama o amigo;
e na angústia se faz o irmão.

Provérbios 17.17

Autor desconhecido

AS DUAS CAIXAS

AS DUAS CAIXAS

Deus deu-me duas caixas e disse: 
- Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul. 
Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas?

Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei:
- Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar?
- Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você.
- Para mim? Mas elas não estão comigo.

- É que eu as devolvi transformadas.
- Transformadas? Como assim, meu Senhor?
- Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender.

Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.


O nosso Deus converteu
a maldição em benção.
Neemias 13.2

Autor: Desconhecido

AMARGO REGRESSO.

AMARGO REGRESSO

Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.
Ele ligou para seus pais e disse-lhes: 
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.
- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!
- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco. 
- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele. 
- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.
- Está certo, papai, o senhor tem razão!

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.

Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.

Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores,
Cristo morreu por nós.
Romanos 5.8

Autor: Desconhecido