RADIO TAJENOJE

May 16, 2013

OS DESAFIOS DO DISCIPULADOS



discipuladoTexto: Lucas 9: 57- 10:12
Propósito geral: Devocional
Propósito específico: Mostrar ao crente que ser discípulo não é uma tarefa fácil e que necessita de muito aprendizado.

INTRODUÇÃO
O Senhor Jesus não salva o homem para deixá-lo inútil, mas para uma vida de serviço e lealdade. Ser discípulo é ser aprendiz. E viver em constante de aprendizado É buscar o Mestre para cada detalhe da vida. Há um preço a pagar por isso: A própria vida, o próprio eu.


TRANSIÇÃO: Para ser discípulo de Jesus são necessárias sete exigências.

I - EXIGE DESPRENDIMENTO - (Lc 9: 57)
Não oferece riquezas materiais nem facilidades. Disposição de pagar o preço para seguir a Jesus. Não há promessas de fortunas e prazeres. A decisão não deve ser precipitada. É preciso seguir Jesus com convicção.

II - EXIGE URGÊNCIA - (Lc 9: 59-60; 10:4)
Não adiar a decisão. Não depender de outros. Não pedir tempo a Deus para se livrar de suas ocupações. Perseguir as verdades eternas. Adiar a decisão é para os cegos espirituais. Não se preocupar com dinheiro e bens materiais. Confiar em Deus.

III - EXIGE DECISÃO - (v. 61-62)
Esperar por opiniões alheias é indecisão. Para seguir Jesus a decisão é pessoal. É um passo importante. O rumo é Cristo.
IV - EXIGE AÇÃO - (Lc 10:1-3)
A seara é grande, poucos são os disponíveis. Cumprir a ordem do Senhor é enfrentar perigos, dificuldades, desafios. Satanás não dá tréguas. Sabe que o crente consciente é um obstáculo aos seus propósitos de levar o homem ao inferno e usa de todos os meios para impedir que a obra avance. O discipulado exige “ação” e “prática”. Aquele que não se dispõe a ir não demonstra ser um discípulo de Jesus.

V –EXIGE PROCLAMAÇÃO DA PAZ - (Lc 10:5-6)
Os discípulos devem proclamar a paz e proclamar a salvação aos homens perdidos. Deve ter a sabedoria em não insistir em pregar a paz a quem não a quer receber (Rm 5:1). Se alguma pessoa se recusar a aceitar a paz a responsabilidade é dela.

VI - EXIGE UM COMPORTAMENTO DIGNO - (Lc 10:7-8)
Postura séria, confiante nas letras, honesto na pregação, atitudes corretas, comunicar-se com profundidade, comportamento equilibrado (I Ts 2:1-12). Vida de dignidade e respeito às pessoas. Não atrapalhar com mau testemunho e mau comportamento.

VII - EXIGE PREGAÇÃO CONSTANTE - (Lc 10:9-11)
Pregar em tempo e fora de tempo. Proclamar a Palavra de Deus indistintamente.

CONCLUSÃO
Estamos dispostos a pagar o preço? Estamos dando ao sentido de urgência ao discipulado? Estamos disponíveis ao Senhor? Na escola de Jesus não existe o discipulado fácil. As provas são individuais e as respostas são a fé e o arrependimento

Autor: Rubens Giglioni

O FILHO PRÓDIGO



Luc. 15:11-24
É a maior história oriental que ocorreu em uma casa luxuosa.
I – História do jovem pródigo.
1. Os dias de loucura. - Vs. 11-13.a) Não estava satisfeito com seu lar. b) Queria ser dono de si mesmo – "independente".(1) Certamente os pais, com lágrimas, teriam aconselhado aofilho rebelde vara que abandonasse tal idéia, mas não oteriam forçado.(2) A. experiência mostrar-se-ia para ele uma mestra severa.c) A sua partida, - V. 13 p.p.(1) Abraços, conselhos e lágrimas.(2) Sai com riqueza, criados etc.(3) Procura pousar longe do lar.d) A chegada no país estranho.(1) Anúncios em todos os jornais.(2) Amigos aparecem de todas as partes.(3) Entregar-se à orgia: clubes, bailes, banquetes.(4) A falência: vende rebanhos, servos etc.(5) A última tentativa: entrega-se ao "azar", mas perde tudo earruína-se.2. Os dias da ceifa. - Vs. 14-16.a) Não tendo mais dinheiro, os amigos desapareceram. b) Nunca trabalhara em casa e, agora, não sabendo nenhumofício, fora abandonado, à mercê da miséria, - Jó 5:7.c) Em tempo de miséria é difícil conseguir emprego.d) Estava ceifando o que semeara. - Gál. 6:7.É obrigado a ir cuidar dos porcos. A cena triste.

3. Os dias de meditação. - V. 17.a) O estômago lhe dói e leva-o a meditar no lar. b) Pensa na intimidade do lar.4. Os dias de boas resoluções. - Vs. 18, 19.5. O arrependimento. - Vs. 20, 21.6. A recepção no velho lar.a) Ele põe-se a caminho de casa. A diferença. b) Vai todo esfarrapado e cadavérico.c) Os pais, em casa, sempre aguardavam a passagem do carteiro,mas nunca o filho ingrato se lembrara de escrever uma só cartaaos seus abandonados pais.d) A aparição na estrada e
 sua recepção
.
II – Aplicação:
1. Em geral somos pródigos."Pródigo é todo aquele que destrói e gasta algo." - Isa. 5:2.2. O estado do pecador.a) Está separado de Deus. b) Vive em extravagâncias.(1) Desperdiça a saúde, a vida que Deus lhe dá, "vivendodissolutamente".e) O estado do pecador é de perdição e morte.(1) O filho pródigo estava morto para o pai.(2) Quem hão tem Cristo está perdido.(3) Quem não é de Deus está morto3. O que o pecador deve fazer.a) Deixar os vícios e as vaidades. - I João 2:15-17. b) Dar as costas ao mundo. - Jer. 3:22.e) Chegar-se a Deus, reconhecendo-se pecador.d) Reconhecer a misericórdia e o amor de Deus. - Isa. 55:6,7.

Somos cartas de Cristo



 cartas-cristo
Texto: II Coríntios 3:1-6
Propósito geral: Consagração
Propósito especifico: Demonstrar que os crentes devem ser transparentes como uma carta aberta em que todos podem ler.

INTRODUÇÃO
Todos gostam de receber cartas. No texto, Paulo fala sobre o crente como “uma carta de Cristo”. Isso implica uma realidade tremenda para nós. Aquilo que Deus deseja comunicar às pessoas com as quais nos relacionamos precisa estar escrito em nós. Deve ser visto em nossas vidas.


TRANSIÇÃO: Para sermos cartas de Cristo são necessárias três condições.

I - PRECISAM SER ABERTAS - (v 2-3)
Ao receber uma correspondência queremos logo conhecer o seu conteúdo. Isso quer dizer que a nossa vida deve ser uma exposição aberta para o conhecimento dos familiares, vizinhos, amigos, colegas, da comunidade em geral. Os princípios cristãos precisam ser vistos em nós. Não necessitamos de cartas de recomendações (v. 1); somos cartas pessoais “nossas cartas” (v. 2); somos cartas permanentes “escritas em nossos corações” (v. 2); Somos cartas públicas conhecidas e lidas por todos os homens (v 2). A autenticidade do crente como carta de Cristo é demonstrada por um ministério administrado “ministrado por nós” (v. 3); um ministério de origem sobrenatural “escrito com o Espírito do Deus vivo” (v. 3); um ministério de testemunho “escrita no coração” (v. 3   cf. Jr 24:7; 31:33;  Ez 11:19).

II - PRECISAM SER LEGÍVEIS - (v. 3)
Se recebermos carta redigida numa língua desconhecida vamos ficar frustrados. Uma carta ilegível, com palavras desconexas e letra apagada impossibilita a leitura. A carta precisa ser legível. Assim deve ser o crente. A vida cristã que expressamos não pode ser dúbia, confusa, insegura e sem firmeza. É necessário que todos vejam no crente uma conduta que faça sentido, seja definida, coerente e estável. Será que somos uma carta legível?

III - PRECISAM TRAZER BOAS NOTÍCIAS - (v. 5-6)
Carta ideal trás notícias alegres. Paulo diz que somos ministros de uma nova aliança (v. 6). Que boa notícia temos para quem nos lê? São novas de Salvação, de amor, de paz que vem de Deus por meio de Cristo (1:2). As pessoas precisam ver estas boas novas escritas em nós, sendo reveladas no nosso dia-a-dia. O v. 5, diz que nossa competência, idoneidade e qualificação vêm de Deus (I Co 15:10). Deus nos fez ministros competentes (v. 6). Mas para isso devemos ser: Uma nova criatura (II Co 5:17); uma pessoa regenerada; uma pessoa observadora de um novo mandamento (I Jo 2:7-8); uma pessoa que canta um novo cântico (Ap 14:3); uma pessoa que busca um novo céu e uma nova terra (II Pe 3:13). Que tipo de notícias transmitimos às outras pessoas através de nossas vidas?

CONCLUSÃO
Ilustração: Certa vez um homem enviou uma carta para um amigo seu avisando-o de uma ameaça de morte. O portador esqueceu-se de entregar. Ao saber da morte do destinatário, era tarde. Uma carta fechada e não entregue, causou a morte de alguém. Não permitamos que isso aconteça.
Sejamos uma carta aberta, legível, que anuncia a vida maravilhosa em Cristo Jesus.

Autor: Rubens Giglione