RADIO TAJENOJE

Sep 6, 2013

O ateu e a Igreja incendiada

O ateu e a Igreja incendiada

Havia um ateu que morava já há muito tempo ao lado de uma Igreja, passava pra lá, passava pra cá, e assim ia vivendo a sua vida.

O pastor e os membros daquela Igreja nunca se preocuparam em evangelizá-lo, e ele também nunca se preocupou em ouvir o evangelho.

Mas certo dia se iniciou um incêndio naquela Igreja, e o fogo já ia destruindo tudo, o ateu vendo a situação, pois se a ajudar a apagar o fogo, e pouco a pouco foram chegando os crentes para ajudarem a controlar o fogo.
Quando o pastor viu o ateu, ficou surpreso com a sua voluntariedade, então foi agradecê-lo e conversar com ele.


Pastor:_ Muito obrigado, por sua colaboração.
Ateu: _Não foi nada, é sempre bom ajudar.
Pastor:_Nossa é a primeira vez que te vejo aqui na Igreja.
Ateu:_Mas também pastor, é a primeira vez que esta Igreja pega fogo.

“Não extingais o Espírito” (1Tes c5 v19)        

Reflexão:
Quantas Igrejas têm perdido a sua autenticidade e o fervor do Espírito Santo, igrejas mornas sem vida, sem graça, sem unção, que não faz a diferença, igrejas sem fé e sem obras, igrejas sem testemunho.
O fogo deve arder continuamente no altar, e quando me refiro ao fogo, não refiro a meninices, pulos, e gritos, mas sim aos corações ardentes que oram clamam e proclamam o evangelho de Jesus.

PARA TER UMA FÉ TRANSFORMADORA


João 1.43-51
 
Introdução
Existe um jargão que as filosofias de autoajuda  repetem demais. É o “basta crer”. Ou algo como “Acredite e todos os seus sonhos se realizarão”. A Bíblia fala sobre a necessidade de ter fé, de crer, para que as coisas aconteçam, é verdade. Porém a Bíblia não usa isso como uma fórmula mágica para se obter prosperidade. O maior efeito da crença, da fé, biblicamente falando, é a transformação do ser. Talvez você já tenha pensando em mudar a sua aparência, mudar a sua situação financeira, ou outra coisa. Mas a maior transformação acontece quando você tem um encontro com Cristo. É isso que vamos ver agora. Leia o texto de João 1.43-51.
É sobre o encontro de Natanael com Jesus e a transformação daquele homem.  Mas o que é necessário para se ter uma fé transformadora?
 
1. É preciso conhecer as promessas de Deus
Natanael, mesmo antes de encontrar Jesus, já tinha conhecimento das promessas de Deus. O argumento de Felipe para que ele o seguisse até Jesus é que ele seria o cumprimento das promessas e profecias de Deus.  Natanael estava preparado para a transformação porque já conhecia as Escrituras. Se você quer  ter uma fé transformadora  precisa conhecer a Palavra de Deus. Romanos 10.17 diz que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus. Não dá para ter fé sem conhecer as promessas d’Ele.
 
2. É preciso buscar a Verdade
Do jeito que foi a conversa de Felipe e Natanael, tudo indica que eles já haviam conversado sobre esse assunto antes. Felipe sabia dos questionamentos de Natanael. Muito mais do que isso, parece que ambos eram buscadores da Verdade. Natanael demonstra o seu interesse em conhecer a verdade ao seguir Felipe, mesmo tendo algum tipo de ideia preconcebida a respeito da origem de Jesus. Se você quiser ser transformado pela sua fé, é preciso buscar a verdade.
 
3. É preciso vencer preconceitos
Natanael era um homem sincero e sem enganos, como o próprio Jesus afirma. Contudo, Natanael tinha um preconceito a respeito das pessoas que eram de Nazaré. Assim como nos dias de hoje, havia regionalismos em Israel. Quem era de Jerusalém olhava com desdém sobre que era da Galileia, e os galileus olhavam com desdém para quem era de Nazaré. Apesar disso, Natanael venceu o seu preconceito e foi conhecer Jesus. “Pode alguma coisa boa vir de Nazaré?”, perguntou ele. Quando Felipe o convida “venha e veja”, ele passa por cima de sua ideia preconcebida e vai até Jesus. Talvez o maior entrave para que você tenha uma fé transformadora seja algum preconceito, alguma ideia preconcebida. Você  precisa vencer isso!
 
4. É preciso se render à manifestação de Deus
Jesus, ao ver Natanael, diz “Está aqui um homem em quem não há engano!”. Isso desperta a curiosidade de Natanael que pergunta “De onde o senhor me conhece?”.  Com a simples resposta de que Jesus o havia visto debaixo de uma figueira, Natanael exclama atônito “Tu és o Filho de Deus!”. Bom, é preciso lembrar que se Jesus disse que Natanael era sincero, e ele queria que realmente todos soubessem disso. Veja o que João 2.24-25 diz. Jesus conhecia bem os homens daquele lugar. Se ele declarou isso sobre Natanael  é porque ele era diferente.  Talvez Jesus soubesse de alguma coisa que Natanael costumava fazer debaixo da figueira. Talvez orações ao Senhor. Talvez ele tenha tido alguma experiência espiritual debaixo daquela árvore. É por isso que quando Jesus cita o fato de ele o ter visto debaixo da figueira, ele ser tomado de assombro e declarar a sua fé em Jesus como o Messias prometido. Deus conhece as nossas “figueiras”. Ele nos vê debaixo delas em nossa vida, no dia-a-dia, ouve nossas orações e sabe dos nossos questionamentos. Diante do poder de Deus é preciso se render e reconhecer o senhorio de Cristo.
 
Conclusão
Jesus  disse, em outras palavras, “Você ainda não viu nada, Natanael”.  Quando Jesus faz menção do céu aberto e os anjos subindo e descendo sobre o Filho do Homem, ele está fazendo referência  à “escada de Jacó” (Gn 28.12). Jesus sempre usava a expressão “Filho do Homem” para se referir a sim mesmo. Isso encontramos em Daniel  7.13-14 que faz menção do reino eterno que o Filho do Home receberia do Ancião de Dias. Jesus, portanto, se identifica como o Messias ao falar se si mesmo como “Filho do Homem”.  Nós ainda não vimos nada! Deus pode transformar a sua vida, coisas inimagináveis podem acontecer se você crer. Não estou falando de coisas materiais. Lembre-se, contudo, que a coisa mais maravilhosa já aconteceu: a sua salvação através da morte de Jesus na cruz. Essa é a maior transformação que poderia acontecer em você. 
 
Davi Liepkan, pastor na Igreja Batista Central de Nova Odessa
2013 © IBCNO
 

Jacó Luta com o Anjo no Vau do Jaboque



A luta do patriarca Jacó com o Anjo do Senhor ocorreu na região do vau (local em um rio, cuja profundidade permite a passagem a pé) do rio Jaboque. 


A nascente do rio Jaboque está localizada ao sul de Gileade, região montanhosa que atualmente faz parte da Jordânia.

O Jaboque é um afluente do rio Jordão e desemboca neste, entre o mar da Galiléia e o mar Morto. Seu curso tem aproximadamente 130 quilômetros.
E o texto do livro de Gênesis 32:22-30, relata a luta dramática de Jacó com o Anjo, que levaria ao surgimento do povo de Israel, bem como ao aparecimento do Messias e sua consequente obra salvadora que alcançou toda a humanidade.
Por toda a história da vida de Jacó, ele escolheu contar e confiar na benção de Deus. Em resumo, tudo que lhe acontece, de uma forma ou de outra tem ligações com o desejo de receber uma bênção, a benção do Senhor.
Mas a luta de Jacó com o Anjo do Senhor é sintomática. Esta luta foi o ápice das consequências das ações que Jacó tinha praticado. E vemos nesta história, a mão de Deus, agindo com graça e misericórdia na vida de um homem pecador; mas que o Pai havia separado para transformá-lo e fazer dele uma benção, que chegaria até nós.

Jacó Luta por Sua Benção

Jacó quis por si mesmo alcançar a benção de Deus, trapaceando e roubando a benção do seu pai Isaque, que era destinada a seu irmão Esaú. E Jacó pagou um preço muito alto por aquela atitude. Jurado de morte, após o falecimento de seu pai, teve que fugir do alcance de Esaú, se refugiando na parentela de seu tio Labão.
Jacó ficou ao todo cerca de vinte anos longe de sua terra e de sua família. E a dor de estar isolado em uma terra estranha a mais de oitocentos quilômetros de distância de Berseba, sabendo que não poderia voltar tão cedo para o seu lar, certamente trazia angústia ao seu coração.
E o "enganador", passou a ser enganado por Labão. Primeiro no casamento de suas filhas Raquel e Lia. Depois na divisão das ovelhas que nasciam ora malhadas, ora lisas. Labão mudou o seu salário dez vezes. E Havia disputas e conflitos entre suas mulheres e conflitos com o irmão de sua mãe pela divisão dos animais.
De forma que a discórdia, a trapaça e o "jeitinho" não se afastavam da casa de Jacó. Jacó sofreu.
Depois de tanto tempo longe de casa, talvez Jacó já nem mais esperasse herdar a terra que Deus havia prometido a Abraão. E passou anos sendo explorado por Labão, até o dia em que Deus deu um basta, e o chamou de volta à terra de canaã.
Mas mesmo após tanto tempo, mesmo depois de duas décadas, a sombra da ira de seu irmão o perseguia. Logo Esaú é informado do seu retorno à terra prometida, e Jacó teme por sua vida e pela vida de seus filhos.
Se Jacó soubesse o quanto aquela benção lhe custaria, talvez pensasse duas vezes antes de enganar seu pai e seu irmão. E agora novamente estava na iminência de mais um conflito em sua vida. Mas desta vez poderia ser grave. Esaú era poderoso na sua terra, poderia dizimar não só ele, como também a sua família.

Jacó Passa o Vau do Jaboque com Sua Família

E na tentativa de proteger seus filhos e esposas da ira de Esaú, Jacó os divide em dois grupos e, apressadamente de noite, os faz atravessar o vau do Jaboque. Ele porém ficou só. Certamente para orar, Jacó se preparava para conversar com Deus.
E levantou-se aquela mesma noite, e tomou as suas duas mulheres, e as suas duas servas, e os seus onze filhos, e passou o vau de Jaboque. Gênesis 32:22
E tomou-os e fê-los passar o ribeiro; e fez passar tudo o que tinha. Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu. Gênesis 32:23-24
Jacó possuía inúmeros servos e servas, muitos trabalhadores fiéis que ele poderia ter utilizado em uma guerra com seu irmão Esaú.
Mas diferentemente de quando era mais jovem, quando tentou ele mesmo resolver situações que estavam além de suas forças, agora as circunstâncias da vida, as dificuldades que havia passado o ensinaram a crer e confiar na providência divina.

Jacó Luta com o Anjo no Vau do Jaboque

E quando Jacó no íntimo do seu coração se dispõe a orar, a renunciar ao conflito e ao seu "Eu" para depender somente de Deus, o próprio Senhor, em uma teofania, vem ao encontro de Jacó para transformá-lo em Israel.
Jacó, porém, ficou só; e lutou com ele um homem, até que a alva subiu. Gênesis 32:24
E vendo este que não prevalecia contra ele, tocou a juntura de sua coxa, e se deslocou a juntura da coxa de Jacó, lutando com ele. Gênesis 32:25
E na sua luta com o Anjo, as palavras de Jacó: "não te deixarei ir, se não me abençoares", eram de imensa profundidade. Traziam em si o significado de toda a sua história.
Era como se Jacó dissesse: "Eu preciso da tua benção, pois aquela benção que eu roubei, quando eu tentei ser abençoado por meus próprios meios, quando eu tentei dar uma "ajudinha" a Deus, aquela "benção" tem me custado muito caro."
E disse: Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. Gênesis 32:26
jacó lutou com o anjoJacó Lutando com o Anjo: "Não Te Deixarei Ir Se Não Me Abençoares".
A luta de Jacó com o Anjo não falava da sua capacidade, antes confessava a sua incapacidade de trazer sobre si mesmo a benção de Deus. Porém, se existia uma sinceridade no coração de Jacó, era que ele queria ser abençoado. E ele reconhecia que esta benção só poderia vir de Deus.
E ele vem à luta com o Anjo do Senhor, com este pedido, com muita sinceridade, e com esta certeza de que o Senhor poderia abençoá-lo.
Jacó não desistiu, lutou com o Anjo por sua benção, insistiu. Ele havia passado toda a sua vida em busca da benção de Deus. Até o dia em que a Benção Viva, veio e o encontrou.
E Jacó na sua muita persistência, prevalece, deixando Deus alegremente "derrotado". Deus é todo poderoso, invencível, mas tem um estranho prazer de se deixar vencer por seus servos, que se chegam à Ele com um coração sincero e contrito.
E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste. Gênesis 32:27-28
A "vitória" de Jacó sobre o Anjo do Senhor, mostrava mais a disposição de Deus em ser vencido, do que de vencer. Deus só se deixou vencer porque lutava com um Jacó cheio de defeitos, cheio de problemas, cheio de incapacidades. Deus se deixou vencer não porque Jacó era poderoso ou capaz de fazê-lo.
Antes Deus manifestava a sua graça na vida de um homem imperfeito, cheio de imperfeições, pois na vida de Jacó a graça de Deus era tudo o que ele possuía de real valor.
Onde abundou o pecado, superabundou a graça.
E Jacó não hesitou em contar com a graça de Deus.
E Jacó lhe perguntou, e disse: Dá-me, peço-te, a saber o teu nome. E disse: Por que perguntas pelo meu nome? E abençoou-o ali. Gênesis 32:29
Na antiguidade, o nome de um homem não era simplesmente um nome, mas trazia a representação do seu caráter. Por isso o nome de Jacó foi mudado, agora para Israel, pois foi transformado pelo poder da graça.
Terminava ali a história de um suplantador e começava a vida do pai de uma grande nação.
E chamou Jacó o nome daquele lugar Peniel, porque dizia: Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. Gênesis 32:30
A luta de Jacó com o anjo do Senhor ocorreu durante toda a noite. Uma linda simbologia que nos traz uma mensagem de conforto. Noite é tempo de escuridão, de dificuldade. A adversidade, a luta pode durar uma noite inteira, mas ao amanhecer virá a benção do Senhor.
Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Salmos 30:5
Tirado do site: http://www.rudecruz.com/jaco-luta-com-anjo-no-vau-do-jaboque.php

A Parábola do Grão de Mostarda


A Parábola do Grão de Mostarda, descrita no texto de Mateus 13:31-32, trata do evangelho do Reino dos Céus, comparando-o à uma pequena semente, o grão de mostarda.


A planta a que se refere, nesta parábola, é aquela que se usa para fazer a mostarda, muito conhecida por ser aplicada em temperos.

Seu nome científico é Sinapis nigra, era cultivada nos hortos da Palestina, pelas propriedades medicinais que apresentava. Jesus afirma que ela é a menor das sementes. Havia um dito popular, de comparação de tamanho, entre os judeus, que dizia "pequeno como um grão de mostarda". Na Palestina, a mostardeira alcançava facilmente três metros de altura.
Seu talo principal se subdividia em vários ramos. As aves, vinham em grande número pousar em seus ramos e se alimentavam dos grãos de mostarda.
"Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo;" Mateus 13:31
O Mestre revela um fato muito interessante nesta parábola. Um minúsculo grão, com uma força misteriosa e ativíssima, que tem em si mesmo, dá origem a uma planta de dimensões notáveis.
"O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos." Mateus 13:32

Crescimento do Grão de Mostarda e o Reino dos Céus

O evangelho e o Reino dos Céus também são semelhantes ao grão de mostarda. A palavra de Deus é como uma semente, muitas vezes desprezada por seu tamanho inicial.
Há situações que não se pode fazer longas pregações, não há oportunidade para trazer detalhadamente uma melhor explicação a respeito de Reino dos Céus. Todavia Jesus nos ensina que devemos lançar a semente, ainda que pequena.
Esta semente do evangelho, tem em si mesmo uma força de vida, que crescerá a cada dia um pouco mais. Regada com as águas do espírito, ela começa como a menor de todas as sementes, pequena, mas vai brotando dia a dia no coração humano, chegando ao ponto de superar em muito o seu tamanho original.

Os Ramos da Mostardeira

Quando menos se espera, vemos uma linda árvore, cheia de ramos, onde as "aves" vêm buscar o abrigo do Evangelho do Reino. As aves do céu nesta parábola não representam o mal, como na prábola do semeador.
No Antigo Testamento, uma árvore grande capaz de abrigar um ninho de pássaros era considerada boa e saudável.
"No monte alto de Israel o plantarei, e produzirá ramos, e dará fruto, e se fará um cedro excelente; e habitarão debaixo dele aves de toda plumagem, à sombra dos seus ramos habitarão." Ezequiel 17:23
o grão de mostarda crescendoA Pequena Semente de Mostarda Crescendo. Jesus a Comparou com o Reino dos Céus.
E realmente quando o evangelho cresce em nosso coração, nós somos transformados, passamos a fazer parte desse grande Reino dos Céus, na bendita esperança do dia em que nos será revelado. Esta transformação e crescimento são abundantes, de uma pequena semente à uma linda árvore com vários ramos, que são capazes de acolher, e ajudar outras pessoas.
Jesus afirmou que as aves, ou seja, outras pessoas virão buscar abrigo nos ramos da árvore do evangelho. Nós somos os ramos. Deus te chamou para cuidar, ele te abençoou para você abençoar também!
E muitos de nós passamos por estas fases. Fomos acolhidos, cuidados, perdoados e abrigados. Recebemos a mensagem do evangelho, de que Deus estava em Jesus, não condenando os homens, mas dando sua própria vida em resgate de muitos, para perdão dos pecados.
O poder deste evangelho é tão grande que esta pequenina semente gerou vida em nós, e, nos fez também árvores frutíferas, sementeiras de Jesus.
A semente é a palavra de Deus. Hoje vos é chegado o Reino dos Céus. Lançai a semente, ainda que pequena a palavra, mas lançai. Você se surpreenderá, lá na frente, com o que Deus fará.