Sep 16, 2013

Jeroboão, O Rei que perdeu sua oportunidade

ESBOÇO EXTRAÍDO DO "PONTOS SALIENTES", ANO 1976, 2T, LIÇÃO 8.
Pr. José Antônio Corrêa

1 RS 12.26-33, "26 Disse Jeroboão no seu coração: Agora tornará o reino para a casa de Davi. 27 Se este povo subir para fazer sacrifícios na casa do Senhor, em Jerusalém, o seu coração se tornará para o seu senhor, Roboão, rei de Judá; e, matando-me, voltarão para Roboão, rei de Judá. 28 Pelo que o rei, tendo tomado conselho, fez dois bezerros de ouro, e disse ao povo: Basta de subires a Jerusalém; eis aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito. 29 E pôs um em Betel, e o outro em Dã. 30 Ora, isto se tornou em pecado; pois que o povo ia até Dã para adorar o ídolo.
31 Também fez casas nos altos, e constituiu sacerdotes dentre o povo, que não eram dos filhos de Levi. 32 E Jeroboão ordenou uma festa no oitavo mês, no dia décimo quinto do mês, como a festa que se celebrava em Judá, e sacrificou no altar. Semelhantemente fez em Betel, sacrificando aos bezerros que tinha feito; também em Betel estabeleceu os sacerdotes dos altos que fizera. 33 Sacrificou, pois, no altar, que fizera em Betel, no dia décimo quinto do oitavo mês, mês que ele tinha escolhido a seu bel prazer; assim ordenou uma festa para os filhos de Israel, e sacrificou no altar, queimando incenso".
1 RS13.33-34, "33 Nem depois destas coisas deixou Jeroboão e seu mau caminho, porém tornou a fazer dentre todo o povo sacerdotes dos lugares altos; e a qualquer que o queria consagrava sacerdote dos lugares altos. 34 E isso foi causa de pecado à casa de Jeroboão, para destruí-la e extingui-la da face da terra".

A VERDADE EM AÇÃO

INTRODUÇÃO:

1. Estamos vivendo um período em que a Nação de Israel estava passando por uma tremenda crise política e religiosa. Em razão da morte de Salomão, seu filho Roboão ocupou o trono, sendo o sucessor direto na linhagem real.
2. Pelo que podemos perceber, Roboão não tinha uma personalidade firme e teve que recorrer aos conselheiros do palácio para saber como deveria conduzir o reino dali para frente, 1 Rs 12.6-14, "6 Teve o rei Roboão conselho com os anciãos que tinham assistido diante de Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, e perguntou-lhes: como aconselhais vós que eu responda a este povo? 7 Eles lhe disseram: Se hoje te tornares servo deste povo, e o servires, e, respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, eles serão para sempre teus servos. 8 Ele, porém, deixou o conselho que os anciãos lhe deram, e teve conselho com os mancebos que haviam crescido com ele, e que assistiam diante dele, 9 perguntando-lhes: Que aconselhais vós que respondamos a este povo, que me disse: Alivia o jugo que teu pai nos impôs? 10 E os mancebos que haviam crescido com ele responderam-lhe: A este povo que te falou, dizendo: Teu pai fez pesado o nosso jugo, mas tu o alivia de sobre nós; assim lhe falarás: Meu dedo mínimo é mais grosso do que os lombos de meu pai. 11 Assim que, se meu pai vos carregou dum jugo pesado, eu ainda aumentarei o vosso jugo; meu pai vos castigou com açoites; eu, porém, vos castigarei com escorpiões. 12 Veio, pois, Jeroboão com todo o povo a Roboão ao terceiro dia, como o rei havia ordenado, dizendo: Voltai a mim ao terceiro dia. 13 E o rei respondeu ao povo asperamente e, deixando o conselho que os anciãos lhe haviam dado, 14 falou-lhe conforme o conselho dos mancebos, dizendo: Meu pai agravou o vosso jugo, porém eu ainda o aumentarei; meu pai vos castigou com açoites, porém eu vos castigarei com escorpiões".
3. Sua decisão em aumentar o jugo obedecendo ao conselho dos conselheiros mais jovens, instigou a revolta de seu irmão e rival Jeroboão que liderava uma facção. Isto provocou um cisma, uma divisão na nação, surgindo dois reinos: o Reino do Sul, liderado por Roboão, composto das tribos de Judá e Benjamim e o Reino do Norte, liderado por Jeroboão composto das demais tribos, dez ao todo.
4. Os textos lidos nesta noite nos mostram o conturbado reinado de Jeroboão à frente de Judá. Não precisamos mencionar que ele foi um dos piores reis de Israel. Seu nome seria lembrado dali para a frente sempre como um exemplo de maldade e desobediência ao Senhor. A frase "pecados de Jeroboão", seria lembrada em vários reinados corruptos dali para frente:
2 Rs 3.3, "Contudo aderiu aos [pecados de Jeroboão], filho de Nebate" – Referência a Jorão, filho de acabe.
2 Rs 10.29, "Todavia Jeú não se apartou dos [pecados de Jeroboão], filho de Nebate" - referência a Jeú.
2 Rs 15.18, "... em todos os seus dias nunca se apartou dos [pecados de Jeroboão], filho de Nebate" – referência a Menaém, filho de Gadi.
5. Partindo do exemplo de Jeroboão queremos ver nesta noite:

OS EFEITOS DA APOSTASIA E DA REBELIÃO CONTRA DEUS

1. O pecado da desconfiança. "Se este povo subir para fazer sacrifícios na casa do Senhor, em Jerusalém, o seu coração se tornará para o seu senhor, Roboão, rei de Judá; e, matando-me, voltarão para Roboão, rei de Judá.", Vs. 12.27.
a) Quanto o homem não mais confia nas promessas de Deus, só vê motivos para desconfiar dos outros homens.
b) Um trono pode ser a figura mais alta de sua ambição; mas um trono, sem Deus, torna-se um pesadelo para quem nele se assenta.
2. O pecado do envolvimento. "O rei, tendo tomado conselho, fez dois bezerros de ouro", Vs. 12.28.
a) A consulta feita não teve o intuito de seguir uma orientação sensata. A decisão já estava tomada.
b) O rei procurou justificar-se, comprometendo outras pessoas com o seu pecado.
3. O pecado da idolatria. "E disse ao povo: Basta de subires a Jerusalém; eis aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito.", Vs. 12.28. Parece que Jeroboão aprendeu isto com Arão, Êx 32.4, "... Eis aqui, ó Israel, o teu deus, que te tirou da terra do Egito".
a) A inveja e desconfiança levou Jeroboão à idolatria.
b) Sob o pretexto de observância do primeiro mandamento do decálogo, violou o segundo.
4. O pecado do aviltamento (desonra, barateamento). "Constituiu sacerdotes dentre o povo, que não eram dos filhos de Levi", Vs. 12.31.
a) Os levitas não se acomodavam aos desmandos do rei. Outros foram investidos nas funções sacerdotais.
b) É preferível padecer perseguições, a obedecer aos homens antes que a Deus.
5. O pecado da falsificação. "Sacrificou, pois, no altar que fizera em Betel, no dia décimo-quinto do oitavo mês, mês que ele tinha escolhido a seu bel-prazer", Vs. 12.33.
a) Ninguém tem autoridade para mudar o que Deus estabeleceu. Ou aceita e cumpre o que foi determinado, ou não o faz. É falso qualquer substitutivo pretendido pelo homem.
b) A Palavra de Deus é imutável. Diante dela, nada vale a intenção humana.
6. O pecado da obstinação. "Nem depois destas coisas deixou Jeroboão o seu mau caminho", Vs. 13.33.
a) Deus é longânimo e compassivo.
b) Mas se o homem endurece o coração e persiste no pecado, está recusando a vida que Deus lhe oferece, para andar pelo caminho que conduz à morte.

CONCLUSÕES:

1. Devemos cuidar para que a apostasia religiosa não nos afaste do Senhor, levando-nos a praticar coisas que o desagradam. O crente obstinado e rebelde poderá:
a) Voltar a práticas erradas que fazia antes de sua conversão. O estado de alguém que abandona ao Senhor se torna sete vezes pior. Pode envolver idolatria, prostituição, adultério, roubo, etc.
b) Sofrer o julgamento de Deus. O final da vida de Jeroboão, foi catastrófico:
·         ·           1 Rs 13.33-34, "33 Nem depois destas coisas deixou Jeroboão e seu mau caminho, porém tornou a fazer dentre todo o povo sacerdotes dos lugares altos; e a qualquer que o queria consagrava sacerdote dos lugares altos. 34 E isso foi causa de pecado à casa de Jeroboão, para destruí-la e extingui-la da face da terra".
·         ·           1 Rs 14.10-11 (Palavra do profeta Aías contra Jeroboão e sua casa), "10 portanto, eis que trarei o mal sobre a casa de Jeroboão, e exterminarei de Jeroboão todo homem, escravo ou livre, em Israel, e lançarei fora os remanescentes da casa de Jeroboão, como se lança fora o esterco, até que de todo se acabe. 11 Quem morrer a Jeroboão na cidade, comê-lo-ão os cães; e o que lhe morrer no campo, comê-lo-ão as aves do céu; porque o Senhor o disse".
·         ·           Cumprimento da profecia de Aías: 1 Rs 15.25-30," 25 Nadabe, filho de Jeroboão, começou a reinar sobre Israel no segundo ano de Asa, rei de Judá, e reinou sobre Israel dois anos. 26 E fez o que era mau aos olhos de Senhor, andando nos caminhos de seu pai, e no seu pecado com que tinha feito Israel pecar. 27 Conspirou contra ele Baasa, filho de Aías, da casa de Issacar, e o feriu em Gibetom, que pertencia aos filisteus; pois Nadabe e todo o Israel sitiavam a Gibetom. 28 Matou-o, pois, Baasa no terceiro ano de Asa, rei de Judá, e reinou em seu lugar. 29 E logo que começou a reinar, feriu toda a casa de Jeroboão; a ninguém de Jeroboão que tivesse fôlego deixou de destruir totalmente, conforme a palavra do Senhor que ele falara por intermédio de seu servo Aías, o silonita, 30 por causa dos pecados que Jeroboão cometera, e com que fizera Israel pecar, e por causa da provocação com que provocara à ira o Senhor Deus de Israel"

O QUE É HERESIA?


o-que-e-heresia
O que é uma heresia?
Para nós, evangélicos, é toda doutrina que, em matéria de fé, sustenta opiniões contrárias às da Bíblia considerada a Palavra de Deus.
Do ponto de vista cristão, heresia é o ato de um indivíduo ou de um grupo afastar-se do ensino da Palavra de Deus e adotar e divulgar suas próprias idéias, ou as idéias de outrem, em matéria de religião. Em resumo, é o abandono da verdade. (Raimundo F. de Oliveira. SEITAS E HERESIAS, UM SINAL DOS TEMPOS. CPAD, Rio de Janeiro – RJ, 1992, p.9).


O significado da palavra heresia
A palavra heresia vem do grego hairesis que quer dizer: escolha, corrente de pensamento; partidos; facções (At 5.17; 15.5; 24.14; Gl 5.20 etc). Tal palavra deu origem a secta em latim, que passou para o português como: seita. No Novo Testamento a palavra hairesis é usada quase sempre no sentido exposto acima, havendo apenas a exceção em II Pe 2.1 que é usada no sentido de erro doutrinário, sendo tal sentido o mais usado hoje em dia.
Em que contexto as heresias se aplicam?
Hoje, para nós, evangélicos, os conceitos de seitas e heresias estão diferenciados. A heresia é o desvio doutrinário da Palavra de Deus e as seitas são os grupos religiosos que absorvem os ensinos heréticos e os praticam. Citarei algumas definições dadas por estudiosos sobre o assunto:
“Uma seita é alguma perversão religiosa. É a crença e a prática, dentro de um mundo religioso, que requer a devoção das pessoas a algum ponto de vista religioso ou para algum líder, estribados em alguma doutrina falsa. Uma seita é uma heresia organizada. Uma seita pode assumir muitas formas, mas basicamente é algum movimento religioso que distorce ou desvirtua a fé ortodoxa até o ponto com que a verdade é transformada em mentira (…)”.

O filho pródigo que ficou em casa

O filho pródigo da parábola narrada por Jesus em Lucas 15:25-30, refere-se ao filho mais moço (15:12), e não ao filho mais velho que ficou em casa. Não obstante, falaremos a respeito deste ultimo.

O que significa a palavra Pródigo?
Pródigo, literalmente significa “dissipador, esbanjador, desperdiçador etc.”.
O filho pródigo da parábola foi acusado de dissipar sua fazenda, gastar sua herança, abandonar a casa do pai e viver dissolutamente. Seu irmão mais velho, que ficou em casa, não esbanjou seus bens nem abandonou o lar paterno. Porém, tempos depois, sua atitude grosseira tanto para com seu pai como para seu irmão, que voltara arrependido, renunciando até o direito de filho (15:21), demonstra que ele era mais pródigo do que o que deixara o lar.


Os dois filhos pródigos

Observando o filho mais novo
O irmão mais novo era pródigo por dissipar sua fazenda, sua herança; o mais velho era pródigo por dissipar a oportunidade de demonstrar o seu amor, a misericórdia e o perdão. A sua falta de amor para com o irmão e a desobediência para com o seu pai são provas de sua prodigalidade. O irmão mais moço, pródigo, fora de casa (fora da igreja). O mais novo, voltando arrependido, pedindo perdão, renunciando os seus direitos para ficar em casa como servo-jornaleiro.
Observando o filho mais velho
O mais velho, apesar de estar em casa com seu pai (15:13b), assumiu uma posição inflexível e impiedosa diante do irmão que voltara arrependido. “O seu coração não sabia aprecias a graça que espera, anela, recebe e abençoa”. Nem com “bezerros cevados e música divina” ele mudou de atitude diante da volta do irmão. Antes, queria gozar com seus amigos, em detrimento do perdão daquele que estivera ausente.
O egoísmo do filho que ficou em casa
O filho pródigo que ficou em casa, ao ouvir a música e ver a comida que seu pai havia preparado para comemorar a volta do filho, perguntou aos servos: “Que barulho é este?” Os servos responderam: “Veio teu irmão, e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo” (v 17). “Meu irmão! Não!” Foi falar com seu pai, e durante a conversa usou o termo ”este teu filho” (v 30). Considerou a música e o banquete desnecessário extravagante. Ora, o momento era de alegria, de perdão, de regozijo. Já pensou que tipo de música bonita não seria aquela que o pai mandou tocar para seu filho que voltava? Porém, o filho mais velho não queria ouvir. Para esse tipo de “filhos pródigos”, a música sacra, “paternal”, não tem valor. Hoje, eles estão querendo ouvir a música profana, diante da qual nossa igrejas estão sendo ameaçadas, por tentarem agradar os “filhos pródigos modernos” que vivem dentro delas.

Dois modelos de crentes
Esses dois tipos de “filhos pródigos” são uma figura dos crentes (irmãos) que temos em nossas igrejas. Uns procurando acertar, reconhecendo seus erros e confessando seus pecados. Outros, justificando-se, cobrando os “serviços prestados” à igreja: “Tenho servido a tantos anos... nunca me deram um cabrito para comer com meus amigos” (v 29). Queixam-se de seus pastores, da igreja onde congregam, vivem sempre a se queixar.
O filho pródigo que ficou em casa é o tipo desses que vivem dentro da igreja confiando em seus próprios méritos, e sempre estão a dizer: “Sirvo aqui durante tantos anos... e nunca me deram um cabrito” (um cargo, uma posição)”. Quase sempre protestam quando a igreja recebe um filho pródigo. O quadro é triste, mas verdadeiro. “Alguns homens não alimentam sentimentos nobre para com seus semelhantes e, por conseguinte, não podem manifestar gozo pela salvação deles”, escreveu certo comentarista da Bíblia. O filho pródigo que saiu de casa viveu no mundo durante muitos anos e esbanjou os seus bens morais e espirituais. Más o importante é que ele voltou à casa paterna, e dele disse o seu pai: “Este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (15:32).
Vejamos agora os motivos que o filho pródigo que ficou em casa apresentou para não receber o seu irmão que havia voltado arrependido:

1) “Nunca me deste um “cabrito” para alegrar-me com meus amigos”,

2) “Mataste o bezerro cevado e tocaste música para ele, e para mim nem um “cabrito”.

Sua Filosofia: Não perdoar, não recebê-lo, não fazer festa nem ouvir música. Sua doutrina: O que é meu é meu, e não o compartilho com ninguém.

“A doutrina do pai era receber o filho perdido e integrá-lo na família (igreja), com todos os direitos de filho, e dizer-lhe: Filho, o que é meu é teu, e tosas as minhas coisas são tuas” (v 31).

Vejamos a diferença entre os dois filhos pródigos: O primeiro levantou-se e foi ter com seu pai, confessando os seus pecados, sem exigir nada, tão somente a sua admissão como servo (15:19). O segundo indignou-se e não quis entrar para abraçar o irmão, apresentando suas razões egoístas. O pródigo ajunta tudo, leva tudo (15:13,14), más ao voltar nem os amigos o acompanham. Somente o pai levanta-se e corre para abraçá-lo (15:20).
Se você meu irmão é um “irmão mais velho”, é “um que ficou em casa”, não despreze seu irmão quando ele voltar arrependido, confessando os seus pecados. Caso contrário, você será mais um pródigo dentro de casa (igreja), impedindo as bênçãos de Deus sobre sua vida e o direito de seu irmão voltar a ter paz com Cristo e com a igreja (sua casa).

Artigo publicado em Jul de 87
Fonte: O Mensageiro da Paz

O que tinha Davi nas mãos ?

o que davi tinha nas mãso

Texto Bíblico: 1Samuel 17.38-50
1- Uma Harpa. (1Sm 16.16; 18.10).
É o mais antigo instrumento musical que se conhece, existindo já antes do dilúvio. (Gn 4.21). A palavra hebraica kinnor, que se acha traduzida por harpa, significa provavelmente a lira. Os hebreus faziam usa dela, não só para as suas devoções, mas também nos seus passatempos. Não era usada em ocasiões de tristeza.


Geralmente era usada pelos hebreus em momentos:
·         de Gratidão,
·         de Devoção,
·         de Adoração.
2- Um Cajado. (1Sm 17.40).
Era um instrumento usado pelo pastor de ovelhas. (Sl 23.4).
Geralmente era usado para:
·         Corrigir a ovelha desobediente e desgarrada,
·         Socorrer a ovelha que se encontrava caída e enferma,
·         Proteger o rebanho dos animais ferozes.
3- Um Alforje. (1Sm 17.40,49).
“Alforje” ou “porta-níqueis.” Uma sacola que os viajantes usam para levar dinheiro e mantimento para a jornada. Era feito de diversas matérias, geralmente pele ou couro, e estava preso à cintura. (1Sm 11117.40). 
Geralmente o alforje fala de:
·         Provisão,
·         Abastança,
·         Subsistência,
·         Suficiência.
4-      Uma Funda. (1Sm 17.40,49, 50).
Instrumento (arma) feito de pedaço de couro e de duas cordas, com que se lançam pedras ou balas. Usada por Davi para matar Golias. (1Sm 17.40,50). Os que atiravam com fundas pertenciam tanto a infantaria como os arqueiros. (2Rs 3.35). Usavam tanto da mão direita como da esquerda em arremeter pedras com fundas. (1Crô 12.2). Setecentos benjamitas que atiravam com a funda num cabelo e não erravam. (Jz 20.16). A vida de teus inimigos este a arrojará como se a atirasse da cavidade de uma funda. (1Sm 25.29; Jr 10.18). 
A funda representa armadura do crente como:
·         Arma de Combate. (1Tm 1.18,19; 6.12; 2Tm 4.7,8).
·         Arma de Ataque. (Ef 6.17).
·         Arma Ofensiva. (2Co 10.4).
5-      Cinco Pedras. (1Sm 17.40,49,50).
Pedra na simbologia Bíblica é Jesus. (Mt 16.18).
·         Símbolo da Misericórdia de Deus,
·         Símbolo do Poder de Deus,
·         Símbolo da Autoridade de Deus.
As cinco pedras de Davi correspondem:
·         A sua Suficiência.
·         A sua Eficiência.
·         A sua Eficácia. (2Sm 21.22).


Read more: http://www.mefibosete.com/2011/12/o-que-tinha-davi-nas-maos.html#ixzz2f48s4u2X

Não se envergonhe da sua fé

INTRODUÇÃO

Na mente humana é travada a batalha entre a fé (Hebreus 11.3) e a incredulidade (2 Coríntios 4.4). São por esses processos mentais que articulamos as nossas idéias, que vão dirigir todas as nossas ações. A incredulidade opera para que não aceitemos ao Senhor corno o Salvador de nossas vidas, enquanto que a fé nos faz aproximar de Deus. 
vergonha-ser-cristão
 FÉ é:
Confiar em alguém ou em alguma coisa. Como diz Hebreus 11.1, é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem. A fé opera no nosso entendimento tudo o que é de boa fama (Filipenses 4.8).


I. CAUSAS QUE LEVAM AS PESSOAS A NÃO CONFESSAREM A SUA FÉ:
1.1 — Por causa de outras pessoas: “... muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus...” (João12.42a).
As outras pessoas podem neutralizar a nossa fé. Sofremos pressão de amigos muitas vezes por causa da inveja de outras pessoas.
1.2— Por causa do lugar ou da posição social: “...para não serem expulsos da sinagoga” (João 12.42b.).
Muitas pessoas rejeitam o Evangelho porque temem perder a sua posição de destaque na sociedade. Porém, Jesus expõe as condições para quem quer segui-lo (Marcos 8.34-38).
1.3 — Amar mais o sistema do mundo: “Porque amavam mais a
glória dos homens do que a glória de Deus” (João 14.42).
Muitas pessoas amam mais os prazeres do mundo do que a
Deus. Não conseguem negar as suas vontades.

II. PORQUE DEVEMOS CONFESSAR A NOSSA FÉ:
2.1 — Porque o passo imediato à fé é a confissão
Conversão significa um novo pensar (1 Coríntios 2.16), um novo sentir (Colossenses 3.12) e um novo agir (Romanos 12.17).
2.2 — Porque a confissão cura as enfermidades espirituais Muitas pessoas sofrem doenças físicas e psicossomáticas porque não confessam a sua fé (I Coríntios 11.30).
2.3 — Porque a salvação é por meio da fé
Sem a confissão da fé, não poderá haver salvação (Mateus 10.32). Devemos ser uma carta aberta para ser lida pelos homens.
2.4 — Porque precisamos confessar a nossa fé para o mundo
Nós precisamos falar para o mundo que somos filhos de Deus e temos fé em Jesus (Mateus 10.32).

EXPERIÊNCIA DE VIDA
Quando eu estudava no ensino secundário, envergonhava-me de confessar a minha fé na sala de aula. Algumas vezes cheguei até a levar folhetos que ficaram guardados por muitos dias em minha pasta. Um dia decidi distribui-los no término da aula. E no dia seguinte, quando cheguei,fui escarnecido. Uns chamaram-me de Billy Graham, e outros gritavam aleluia. Mas depois de alguns dias adquiri o respeito entre os meus colegas que me procuravam em busca de algum conforto espiritual.

CONCLUSÃO
Se confessarmos a nossa fé diante dos homens, Cristo nos confessará diante do nosso Pai que está nos céus. Mas se nos envergonharmos de Cristo aqui nesta terra, também seremos envergonhados naquele último dia em que Jesus vier buscar-nos.

Compreendendo as promessas de Deus

promessas-de-deus

Introdução
Como alguém se sente quando o Senhor lhe faz promessas e, conforme o tempo passa, tudo parece ocorrer de forma contrária àquilo que Ele prometeu? Com base na história de homens como Abraão, Moisés e outros personagens bíblicos, vamos constatar que o Altíssimo permite que adversidades aconteçam porque Ele as usa para tratar-nos e conduzir-nos em sintonia com a Sua vontade.

Contradições são:
Afirmações contrárias ao que se disse; incoerências entre palavras e ações. Em nossa vida, as contradições representam as adversidades pelas quais passamos muitas vezes, e que nos amadurecem.


I. A progressiva revelação da vontade divina
Temos de orar e pedir a Deus a confirmação de sonhos, visões ou revelações e analisar se realmente procedem do Espírito Santo ou se são apenas produto da atividade do nosso inconsciente.

1.1 — Quando os sonhos e visões manifestam a vontade divina
Observemos as histórias de dois personagens bíblicos;
Os sonhos de José — O primeiro sonho de José foi com 11 feixes de trigo se curvando diante dele (Gn 37.5-7), simbolizando que os seus 11 irmãos se submeteriam a ele. O Senhor se utilizou de um elemento agrícola, o trigo, para sinalizar o que aconteceria no futuro de José.
A visão de Pedro — Em Atos 10.1-48. Pedro teve uma visão sobre os animais imundos que Deus ordenou que ele matasse e comesse, simbolizando que as orações do gentio Cornélio tinham sido aceitas. Pedro estava com fome;então, Deus usou alimentos considerados imundos pela Lei mosaica para comunicar ao discípulo que ele não poderia julgar impuro o que Deus purificou (At 10.15).

1.2— Quando a espera e a adversidade se contrapõem à revelação e à realização das promessas
Na visão de Pedro, no sonho de José, no chamado de Abraão, na convocação de Moisés para libertar os israelitas e em outras manifestações de Deus aos homens e mulheres na Bíblia, constatamos que houve períodos de adversidades e esperas às vezes longos até a concretização daquilo que o Senhor lhes havia mostrado. Eis exemplos de períodos de adversidade e espera:
• Abraão esperou 25 anos (Gn 12.1-3; 21);
• José esperou aproximadamente 13 anos (Gn 37.5-11; 41.37; 47.11);
• Moisés teve de esperar 40 anos, andando com o povo pelo deserto(Nm 14.34).

II. Esperando contra a esperança
Um dos personagens bíblicos que nos estimulam a crer em Deus e a confiar na Sua Palavra, mesmo quando tudo parece contrário, é Abraão. Paulo elogiou a atitude desse patriarca declarando que ele creu contra a esperança (Rm 4.18-22). Analisemos aqui a sua história.

2.1 — Recebendo as promessas grandiosas
Podemos observar algumas contradições na história de Abraão em relação ao cumprimento das promessas de Deus na sua vida. Vejamos:
As promessas do Senhor a Abraão (Gn 12.1-3) — A posse de uma nova terra; inúmeros descendentes — naturais e espirituais — que se tornariam uma nação forte no mundo; honra proteção e outras bênçãos sem medida, que fariam de Abraão um homem famoso e usado por Deus para abençoar outras pessoas; e as benesses estendidas a todas as famílias da terra.
Espera e contradições na vida de Abraão — Abraão e Sara nunca tinham gerado filho. Aliás, isso era impossível para o casal, tendo em vista que Sara era estéril e eles tinham idade avançada quando o Senhor se manifestou.

O cumprimento das promessas de Deus na vida de Abraão — OSenhor visitou Sara e ela concebeu um filho, a quem pôs o nome de Isaque (Gn 21.1-8).

Para refletir
Abraão tinha 75 anos, e Sara 65, quando o Senhor lhes fez a promessa de um filho (Gn 12.7). Mas essa promessa não se baseava no potencialdo homem, e sim no poder divino de tornar possível o que era impossível.

2.2 — O desânimo ante a demora e as dificuldades
Em alguns momentos, Abraão se sentiu desanimado, pois o tempo passava e não havia sinal do filho que Deus lhe prometera. O patriarca chegou a questionar se ele havia entendido corretamente a promessa (Gn 15.2-6). Quando Abraão começou a olhar para as circunstâncias e a desanimar,
Deus o convidou a sair da tenda (Gn 15.5).

2.3 — O perigo de dar uma ajudinha a Deus
Observe a atitude de Sara ante sua impossibilidade de gerar um filho de Abraão (Gn 16.2,4a). Sendo ela estéril e com idade avançada, decidiu abrir mão do que lhe era mais caro, permitindo que Abraão gerasse um filho na escrava egípcia.
Para refletir
A culpa não foi só de Sara. Abraão também não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta para gerar um filho na escrava. Mesmo sendo considerado o pai da fé, houve um momento em que Abraão se deixou dominar pela incredulidade e agiu influenciado pelas circunstâncias, esquecendo-se de que seria o Senhor que, no tempo certo, cumpriria
Sua promessa.

2.4 — A vontade de Deus sempre prevalece
A vontade de Deus sempre se manifestará em meio às contradições da vida,porque essa é a forma de Ele evidenciar que todas as coisas lhe são sujeitas(1 Co 15.27). Deus permitiu o tempo passar e o ciclo menstrual de Sara cessar (Gn 18.11), e só então, depois de 25 anos, cumpriu a Sua promessa na vida de Abraão (Gn 21.2).

III. Sonhando com o palácio, esquecido na prisão
Analisemos agora a história de José, narrada nos capítulos 37 a 50 de Gênesis, e observemos as promessas e as contradições na vida de mais este personagem bíblico.
As promessas do Senhor a José (Gn 37.5-9) — Quando ele tinha 17anos de idade, Deus lhe revelou Seu propósito para a vida dele em dois sonhos, os quais ele compartilhou com os seus pais e irmãos.

Espera e contradições na vida de José — Por inveja, os seus irmãos o lançaram em uma cisterna e venderam-no como escravo a uma caravana de ismaelitas. José foi parar no Egito, na casa de Potifar, sendo ali infamado pela mulher desse oficial e lançado na prisão.

O cumprimento das promessas de Deus na vida de José — Só depois de mais ou menos 13 anos de luta, o Senhor interveio, elevando-o à posição de vice-governador do Egito. Passados sete anos, seus irmãos e seu pai inclinaram-se diante dele e dependeram dele para o sustento de suas famílias.

3.1 — O propósito da ascensão de José
José enfrentou momentos de rejeição no seio de sua família. Foi traído e vendido como escravo por quem amava, sofreu injustiça na casa de Potifar,e solidão e esquecimento no calabouço. Deus permitiu esses infortúnios na vida de José para fazer dele um canal de bênção não apenas para seus familiares, mas para todos os que dependeriam da administração dele (Gn45.3-11).

IV. Transpondo o intransponível
Moisés foi outro a quem Deus se revelou, e que enfrentou muitas lutas, até a vontade soberana do Senhor ser manifestada nele.
As promessas do Senhor a Moisés (Êx 3.6-10) — Moisés foi convocado por Deus para ir até Faraó e ordenar a este que liberasse os israelitas. Ele teria de confiar totalmente em Deus para ver cumprida a promessa de Iibertação de seu povo.
Espera e contradições na vida de Moisés — Ele e Arão compareceram à presença de Faraó e transmitiram-lhe as palavras de Deus (Ëx 5.1), mas o monarca egípcio contraditou a ordem divina (Êx 5.2) e ainda mandou aumentar a carga de trabalho sobre os hebreus (Ëx 5.6-21).
Alinhando-se à vontade divina — Deus suscitou pragas que destruíram todo o sistema econômico e religioso, e feriram o orgulho e a idolatria egípcia (Éx 3.20), a fim de dar a Faraó a oportunidade de rever sua decisão de manter Israel cativo. Assim foi, até que, após a morte dos primogênitos, o rei acabou ordenando a saída dos israelitas (Êx12.31-34).

V. Por que tanta espera e adversidade?
Ao analisarmos os exemplos até aqui discutidos, concluímos que as contradições da vida ocorrem:

5.1 — Porque não entendemos os caminhos do Senhor
A Bíblia diz que os Seus caminhos são mais altos do que os nossos caminhos (Is 55.8,9), e os Seus juízos insondáveis (Rm 11.33-36).

5.2 — Porque são para o nosso próprio bem 
O Senhor tem pensamentos de paz e não de mal, para nos dar o fim que esperamos (Jr 29.). Além disso, o Pai não nos dará serpentes em vez de peixes (Mt 7 1-11).

5.3 — Porque o tempo do homem é diferente do tempo de Deus
Muitas pessoas enxergam as promessas de Deus à luz do chronos, e não do kairos. Isso porque, para o homem, 20 anos é muito tempo, mas, para Deus, mil anos são como um dia (2 Pe 3.8).

Subsídio teológico
Os gregos antigos tinham duas palavras para se referir ao tempo: chronos e kairos. Enquanto chronos referia-se ao tempo cronológico, ou sequencial, o qual pode ser medido, kairos referia-se a um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece; em Teologia, é o tempo de Deus.

5.4 — Porque fazemos parte de um plano maior
Deus permite que o homem escreva a sua história. No entanto,
Ele escreve uma história maior, cósmica, universal, que culminará com a implementação do Seu Reino. Nós devemos buscar primeiro o Reino de Deus (Mt 6.33),
E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino (Lucas 11.2).
5.5 — Para que a derrota do inimigo seja fragorosa, e o nome do Altíssimo seja glorificado
O Senhor enviou muitas pragas contra o Egito, a fim de abater a altivez de Faraó, ridicularizar os deuses adorados por aquela nação (Êx 3.20) e ter o Seu nome glorificado (Êx 14.31).

VI. Perseverando em meio à oposição
Se os seus sonhos ainda não se realizaram, não desista de lutar. Tão somente faça o seguinte:
6.1 — Clame àquele que se compadece de nós
Faça como o cego de Jericó, que não pensou duas vezes e começou a clamar por misericórdia (Lc 18.35-43).
6.2 — Creia e busque o milagre
Faça como a mulher Cananéia que saiu a gritar atrás do Senhor e a rogar pela cura de sua filha (Mt 15.22-28).
6.3 — Faça como Jairo; creia somente
Ele foi ao encontro de Jesus para rogar pela cura de sua filha, e Jesus disse: Não temas, crê somente (Mc 5.36b).

Conclusão
Não sei qual é o problema e a luta, quais são as oposições e contradições que você está enfrentando em seu dia a dia, mas creia que o Senhor se compadece de você e julgará a sua causa.

12 razões que levam um Casamento ao fracasso




casamento-estudo-biblico
Introdução
A família é a matriz social, a mais importante agência socializadora; os pais transferem para os filhos herança biológica, psicológica, cultural e espiritual. Ela é projeto de Deus e alvo de Seu amor e zelo. É importante para o casal edificar um relacionamento profundo, harmônico, saudável e verdadeiro com base na imutável Palavra de Deus. Tendo em vista esse objetivo, e como medida preventiva, vamos analisar quais são os doze principais motivos que levam um casamento ao fracasso.


Casamento é:
A união voluntária e estável de um homem e uma mulher, nas condições sancionadas pelo direito, de modo que se estabeleça uma família. Etimologicamente, a palavra casamento é derivada de casa, enquanto matrimônio tem origem na palavra latina mater. (mãe).

1. Entre outros comportamentos que levam o casamento ao fracasso estão:
1.1 - A falta de amor
O amor é a essência de Deus e a base para todos os relacionamentos saudáveis, profundos e verdadeiros. Quem ama nasceu de Deus (1 Jo 4.7).

Subsídio teológico
Quando falamos de amor, não estamos referindo-nos simplesmente a um sentimento de bem-querer em relação ao outro pelo qual nutrimos empatia e simpatia, e sim a algo profundo e enraizado em Deus. É o amor ágape registrado em 1 Coríntios 13.4-7.

1.2 — A falta de compatibilidade
Compatibilidade é a capacidade das pessoas de unir-se e funcionar em conjunto, promovendo o bem e o crescimento mútuo. Ser compatível não significa ter os mesmos dons e habilidades que o outro, e sim possuir objetivos comuns e cooperação. Biblicamente, são incompatíveis a luz e as trevas, a justiça e a injustiça (2 Co 6.14-16).

1.3 — A falta de comunicação
Existem casais cuja comunicação simplesmente não existe. A comunicação é vital para o desenvolvimento intelectual e emocional do ser humano. Precisamos usar a linguagem verbal e gestual. Abrir o coração para ouvir o outro é saudável. É como maçã de ouro em salvas de prata
(Pv 125.11).

1.4 — A violência verbal e física
Há casais que, além de não dialogarem, só se falam para agredir um ao outro com palavras hostis e depreciativas que, às vezes, descambam em agressão física. A morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.2 1). Irai-vos e não pequeis (Ef 4.26).

1.5 — A falta de intimidade
A falta de intimidade sexual entre os casais é outro fator que tem levado muitos casamentos ao fracasso. A Palavra de Deus diz: Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne (Gn 2.24).
A expressão uma carne faz referência à união conjugal, a qual representa, simbolicamente, a união mística entre Cristo e a Igreja (Ef 5.22,23).
Vejamos alguns princípios da intimidade:

1.5.1 — O marido deve ser benevolente com a mulher (1 Co 7.3)
1.5.2 — Os cônjuges não podem vedar o seu corpo um ao outro (1 Co 7.4)
1.5.3 — A sexualidade não deve ser suprimida da vida do casal (1 Co 7.5)
1.5.4 — Ninguém pode ditar regras na intimidade do casal (Mt 19.5)

Subsídio doutrinário
Alguns costumam usar o texto de Hebreus 13.4 para condenar a intimidade do casal. O leito sem mácula citado nesse versículo refere-se ao leito onde há fidelidade, ou seja, onde não há prostituição ou adultério. Roman os 1.26 é um texto bastante citado pelos fanáticos. Porém, o que Paulo contesta aqui é o homossexualismo.

1.5.5 — A mulher tem preferência na relação íntima
A mulher deve receber a honra como vaso mais fraco (1 Pe 3.7).

1.6 — A infidelidade
Constitui-se adultério qualquer relação extraconjugal praticada por uma pessoa casada com outrem que não seja seu cônjuge. A Palavra de Deus fala sobre isso em Mateus 5.27,28.

1.7 — A inversão de papéis
A durabilidade do casamento também depende muito do modo como a mulher e o homem desempenham os seus papéis. O papel social do homem é proteger, prover e liderar; e o papel social da mulher é auxiliar na proteção, na provisão e na liderança do lar, agindo com sabedoria (Pv 14.1).

1.8 — A independência total dos cônjuges
A total independência dos cônjuges em relação ao outro é mais um motivo que tem levado muitos casamentos ao fracasso. Todos os bens precisam ser compartilhados com os cônjuges. Até porque, se um deles sofrer algum acidente, tiver alguma enfermidade ou vier a falecer, o outro passará dificuldades para resolver os problemas financeiros da casa; o mesmo ocorre no caso de separação.

1.9 — A má administração financeira
Quando um dos cônjuges não trabalha e quer controlar o salário do outro ou gastá-lo com coisas supérfluas, não seguindo o orçamento, a crise se instala. Deve-se gastar com o essencial alimentação, moradia, transporte, contas de consumo, despesas médicas etc.

1.10 — Os desrespeitos e as interferências externas
O desrespeito dentro de casa começa quando um cônjuge diz: “Não quero”, e o outro diz: Mas eu quero, e vai ser assim”. Esses desmandos acabam desgastando o relacionamento.
Já os pais não devem intrometer-se em questões conjugais dos filhos. E os cônjuges, por sua vez, precisam estar coesos e viver em sintonia, a fim de evitar esses abusos.

1.11 — A preferência por filhos
Imagine um pai que apóia uma filha mesmo quando ela está errada, quando não convém apoiá-la para não desautorizar a esposa, ou vice-versa. Ele não acha nada demais, por exemplo, deixar a menina passar uma semana na casa da amiga. No entanto, a mãe insiste em impor limites à filha, e acaba discutindo com o marido. Em vez de brigar na frente do filho em detrimento do outro, o casal deve procurar a melhor maneira de educá-lo.

1.12 — Não priorizar a Deus e as coisas espirituais
Há casais que se esquecem de princípios importantes revelados no Salmo 127.1 e em Mateus 6.33. Se Deus sair da nossa rotina, não conseguiremos superar os inúmeros desafios da vida. Só Ele pode edificar a nossa casa.

Conclusão

Temos de ser sal e luz para este mundo, onde se promove a demolição dos valores cristãos, o egoísmo, a perversidade, a violência, a pornografia e a desagregação familiar. Precisamos aperfeiçoar cada vez mais os nossos relacionamentos conjugais e familiares, a fim de que os homens nos considerem como um referencial positivo, e Deus seja glorificado em nossa vida.

Autor: Pr. Silas Malafaia
Livro: Pregando poderosamente a palavra de Deus 2

O Deus que levanta o abatido



abatido
Deus levanta o abatido
Introdução
O apóstolo Paulo mencionou nesse versículo o Deus que consola os abatidos. Muitas são as causas que podem abater-nos, atingindo as diversas áreas de nossa vida. Analisemos algumas.


Abatido é:
Debilitado, deprimido, humilhado, desanimado, frustrado.

1. Algum problemas que abatem as pessoas:
1.1 — Enfermidades
Por mais simples que seja uma doença ou um ferimento, dependendo de sua intensidade, pode incomodar o nosso corpo e deixar-nos abatidos. imagine como se sentirá uma pessoa que sofre de uma enfermidade incurável! Se você estiver enfrentando essa situação, toque em Jesus, como fez a mulher do fluxo de sangue (Mc 5.27-29); clame como fez o cego de Jericó (Lc 18.35-43); reconheça o poder do Senhor e humilhe-se perante Ele, como fez o leproso (Mt 8.1-3). 
Clique aqui para ler: As 4 amarguras da mulher do fluxo de sangue

Experiência de vida
Durante alguns anos, sofri por causa de uma unha encravada, motivada por uma carência de vitaminas. Isso me causava febre, indisposição, e obrigava-me, periodicamente, a um tratamento médico.

1.2 — Problemas relacionados a:

1.2.1 — Família
Se você estiver com a sua família espiritualmente desestruturada, crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa (At 16.3 1).
1.2.2 — Atitudes
São necessárias quando tomamos alguma decisão errada. Se você tem errado em suas decisões, exercite a sua fé e procure consertar a sua vida, como fez Zaqueu (Lc 19.8), ou faça como Paulo: esqueça o passado e avance para o futuro (Fp 3.13).
1.2.3 — Finanças
Se você estiver enfrentando urna crise financeira, confie na provisão do Senhor (Si 104.27-30). Dele provém a vida (At 17.25). Busque o Reino de Deus em primeiro lugar (Mt 6.33).
1.2.4 — Estrutura emocional
Há muitas pessoas cuja estrutura emocional é frágil. São indivíduos instáveis, deprimem-se por qualquer motivo. Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena (Pv 24.10). Não seja pessimista. Jesus falou sobre o modo como percebemos a vida (Mt 6.22,23). 
Clique aqui para ler - As crises de Agar

II. O pecado

Em 2 Pedro 2.19, o apóstolo falou: prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-
-se também servo. A pessoa não quer fazer uso de bebida alcoólica, mas termina por ingeri-la, porque está dominada pelo pecado, e o dinheiro é gasto simplesmente para alimentar o vício. Esse é um exemplo seguido de depressão, porque depois o diabo fica acusando a pessoa. Mas a Bíblia diz: Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal (Pv 24.16).

III. O poder de Satanás

Paulo disse: Não deis lugar ao diabo (Ef 4.2 7). Satanás sabe que as doenças emocionais atingem diretamente todas as áreas de nossa vida, então usa estratégias espirituais para nos abalar. Por isso, muitas pessoas vivem sofrendo com problemas emocionais, psicológicos e mentais. A depressão é um deles, e é a mais terrível enfermidade que já se abateu sobre a humanidade. Mas Jesus se manifestou para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8).

Conclusão

Levante a cabeça, por que você é um vencedor. Deus não deixará desamparado. Lembre-se que o Apostolo Paulo disse: para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelado (Rm 8.18) O Senhor ia operar maravilhas e milagres em sua via. Portanto, confie, exercite a sua fé.

Autor: Pr. Silas Malafaia
Livro: Pregando poderosamente a palavra de Deus