RADIO TAJENOJE

Sep 25, 2013

Vai ficar em cima do muro?


É engraçado, mas é sério...
Havia um grande muro separando dois grandes grupos.

De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.

Do outro lado do muro  estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos

que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar
cristão,  mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou
se deveria  aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que  o grupo do lado de Deus chamava e gritava
sem parar para ele:

-  Ei, desce do muro agora... Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não  gritava e nem dizia nada. Essa situação
continuou por um tempo, até que o jovem  indeciso resolveu perguntar a
Satanás:

- O grupo do lado de Deus fica o  tempo todo me chamando para descer e
ficar do lado deles. Por que você e seu  grupo não me chamam e nem dizem
nada para me convencer a descer para o lado de  vocês?

Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

- É porque o muro é MEU!!!

Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem  dono!!

Ilustração - Fabula do porco espinho

Ilustração - Fabula do porco espinho


Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio.

Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros
e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.            
E assim sobreviveram. ..
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.