RADIO TAJENOJE

Oct 23, 2013

O sonho de Jacó


Introdução;
Jacó estava fugindo de seu irmão Esaú, pois o mesmo queria lhe matar, sua partida com destino a padã-arã seria de dias cansativo e com muitos porquês, Jacó parou no cair da tarde para dormir exausto e em crise existencial.

1-Jacó sonhou no pior momento de sua vida. Fugindo de seu irmão Esaú.
A - Deus quer nos ensinar a sonhos nos momentos bons 

da vida, mais nunca esquecermos de sonhos nos momento de crise, de calúnia, de abandono, de críticas de inveja etc.Jacó sonhou num momento difícil.


2-Jacó sonhou no deserto de Harã.
A - Deserto fala de sofrimento (Moisés)
B - Deserto fala de fuga (Elias)
C- Deserto fala de tentações (Jesus)
Ouse sonhar no deserto das lutas, provas, desemprego, crise conjugal.
Jacó sonhou no deserto.

3-Jacó sonhou apesar das pedras.
A - Ele selecionou uma pedra e utilizou,ungiu,fez travesseiro e depois coluna para marco de uma aliança.
B - as pedras de nossa vida e em nosso caminho são para nos ensinar, Deus não nos dá pedra no sapato, Ele nos dá capacidade para lidar com as pedras.

4-Jacó sonhou o sonho de Deus. Gn 28:12,14.
A - Quais são os nossos sonhos? São meramente sonhos pessoais, terrenos, vaidosos ou estamos sonhando os sonhos de Deus.

5-Jacó não contou o seu sonho pra ninguém.
A - Cuidado a quem você tem contado seus sonhos, ideais, planos etc.

6-Jacó gerou um outro sonhador (sonhador gera sonhador)Gn 37; 5/Gn 37:9/ José sonhou assim como seu pai um dia também sonhou.

A grande cilada dos gibeonitas

JOSUÉ 9: 3 - 6


INTRODUÇÃO - No livro de Deuteronômio 7: 1-4, o Senhor exorta o povo de Israel a não fazer qualquer aliança com os povos que habitavam na terra que eles haveriam de ocupar. O Senhor temia que a influência desses povos viesse corromper a Israel, desviando-o para a idolatria e outras abominações, trazendo prejuízos e dificultando a Obra que planejava realizar no meio do seu povo.
Hoje o Senhor tem nos tirado do mundo para realizar no nosso meio e nas nossas vidas uma Obra maravilhosa que nos conduzirá à Terra Prometida e à eternidade. Muitas são as barreiras e lutas da caminhada, e o Senhor, a exemplo do que fez com Israel, nos tem dado vitória e nos exortado a não fazer alianças com o mundo e suas filosofias e religiões, pois isso iria com certeza, nos confundir e desviar do seu propósito. Nesta caminhada para a eternidade só uma coisa nos interessa: A Revelação.


Depois que Josué cruzou o Jordão a pés enxutos, destruiu Jericó e a cidade de Ai, chegou com o povo ao monte Ebal onde edificou um altar ao Senhor. Quando estava acampado em Gilgal, os gibeonitas, fingindo ser de uma terra distante e propondo uma aliança com Josué e todo o povo de Israel. Disseram mais ser servos e que vieram por causa do Senhor Deus de Israel. Na verdade era tudo uma farsa para enganar Josué e todo o povo. A religião tem usado o mesmo método para envolver os servos do Senhor e aqueles que lutam pela Terra Prometida

Os gibeonitas se apresentaram a Josué com uma aparência e com características que são típicas das religiões que existem  hoje em dia também. Essas características eram 6, o número que caracteriza aquilo que é próprio do homem, são elas:

1-      ASTÚCIA E FINGIMENTO - Característica de quem está mal intencionado e que não quer mostrar a verdade, tentando esconder a real aparência. O método para se alcançar o interesse próprio é a astúcia e a maneira é o fingimento. Parecem servos de Deus por fora mas na verdade são estranhos a Ele.

2-      SACOS VELHOS SOBRE SEUS JUMENTOS - A forma como são conduzidos, por suas próprias idéias e pensamentos humanos. A religião é baseada naquilo que é racional e nunca muda, permanece velha todo o tempo e nunca se renova.

3-      ODRES DE VINHO VELHOS, ROTOS E REMENDADOS - Vidas que um dia receberam a benção do Espírito mas não nasceram de novo, por isso se romperam e o vinho se perdeu. Os remendos são as atitudes dos que perderam a benção do Senhor e não tiveram suas vidas transformadas.

4-      SAPATOS VELHOS E REMENDADOS - A Palavra nos orienta a calçar os nossos pés com o Evangelho da Paz, a fim de andarmos na Revelação, mas as religiões não atentam para isso, de modo que os sapatos, que representam o seu caminhar, envelheceram e se encheram da poeira deste mundo. Isso fala do caminhar segundo os ditames deste mundo e os conselhos dos ímpios. A solução encontrada por muitos é o remendo e não a troca por sapatos novos, muitos tropeçam tanto que se acostumam com isso perdendo o discernimento e a sensibilidade do Espírito na sua caminhada.

5-      VESTIDOS VELHOS SOBRE SI - Falta de testemunho, de consagração e santificação. Suas atitudes não condizem com a Palavra do Senhor pois estão de acordo com o “velho homem” e com o mundo. São os escândalos e as coisas que envergonham aquilo que pertence ao Senhor.

6-      PÃO SECO E BOLORENTO PARA O CAMINHO - Palavra sem revelação, sem vida, na letra, que não serve como alimento, mas pode levar à morte. Seca porque não tem o Espírito e bolorenta porque está cheia do fermento das idéias e razões humanas.


Nos dias que vivemos, podemos ver o crescimento do movimento Ecumênico, que trata de unir todas as religiões debaixo de uma só bandeira, levando todos a uma aliança e a uma derrubada de fronteiras sob a desculpa de que todos são “filhos de um mesmo Deus”. Esse movimento é conduzido pelo espírito do anticristo, que já opera nos nossos dias, levando as religiões das mais variadas ramificações a uma união que atenderá aos interesses do próprio anticristo, quando se levantar para governar o mundo após o arrebatamento da igreja fiel.

Josué e os príncipes de Israel não discerniram a armadilha dos gibeonitas e não pediram o conselho do Senhor, por isso fizeram aliança com eles e tiveram grandes prejuízos na sua caminhada a partir daquele dia. Somente três dias após a aliança feita, foi que descobriram que aqueles homens faziam parte de um povo que habitava ali perto deles, dos quis o Senhor tinha dito que não fizessem aliança.
Somente aqueles que alcançaram o terceiro dia é que conseguem discernir a verdade sobre a natureza das religiões e do movimento ecumênico, pois para os que ficaram no 1º dia Jesus está crucificado, para os que chegaram até o 2º dia Ele está morto, mas para os que alcançaram o 3º dia Jesus está ressuscitado, vivo e glorificado.
É isso que a Obra tem alcançado: O conhecimento de um Senhor Vivo, que tem se revelado ao seu povo, e mostrando o seu propósito eterno.


CONCLUSÃO - Diante de tudo que o Senhor tem revelado na sua Palavra e daquilo que nós temos visto no meio religioso deste mundo, concluímos que não podemos fazer aliança com esse tipo de coisa. Não porque nos julgamos melhores do que ninguém, mas por causa da Obra do Senhor, para que ela não seja prejudicada nem afetada na sua característica principal, a qual nos orienta na caminhada, que é a Revelação do Espírito.


PARÁBOLAS DE JESUS


parabolas-jesus
Definição do termo parábola 

A palavra parábola é composta de dois vocábulos gregos: o prefixo para e o sufixo bailem (‘ou bailo), que significa “lançar ou colocar ao lado de”. Portanto, podemos entender que parábola algo que se coloca ao lado de outra coisa para fins de comparação, ou para demonstrar a semelhança entre dois elementos. Jesus utilizava um método todo especial quando falava por parábolas. Ele aproveitava algum evento do cotidiano de sua época e explorava aspectos especiais daquele acontecimento para ensinar alguma verdade espiritual. A parábola podia ser tirada de uma história real ou alguma outra criada a partir de fatos possíveis do dia-a-dia das pessoas. Uma parábola era na verdade, urna espécie de ilustração da vida. Podia ser um relato de coisas terrenas, às vezes, histórico — geralmente fiel à experiência humana — narrado de modo a comunicar uma verdade moral ou algum ensino espiritual.

A estrutura de uma parábola 

De modo objetivo e específico, precisamos saber que uma parábola se compõe de três partes: ocasião narração e aplicação espiritual. Quanto à primeira parte, Jesus explorava algum evento especial na ocasião em que estava falando ao povo, ou a grupos distintos do judaísmo, como OS escribas e fariseus, para ensinar alguma lição espiritual. Geralmente, o objetivo da lição relacionava-se com a mensagem do Reino dos céus que anunciava e pregava. Para que a parábola tivesse aceitação dos seus ouvintes, a apresentava em forma de narração. Essa parte envolvia o modo como Ele tecia o enredo da parábola, dando beleza, estética e atração. Ao final de sua narrativa só lhe restava fazer a aplicação espiritual da essência do seu ensino. A parábola era um método eficiente através do qual era comunicada a verdade que Ele queria ensinar.Jesus sabia tirar proveito do momento.

Princípios de interpretação de parábolas 

O princípio do contexto. Observar o contexto de urna escritura é um princípio importantíssimo para interpretá-la. Todas as parábolas foram precedidas de situações históricas que induz iram Jesus a usar esse método para aclarar verdades morais e espirituais. Uma das leis que regem a interpretação de um texto, seja ele sagrado ou secular, é o seu contexto. () contexto cultural e histórico pode facilitar a compreensão do ensino principal da parábola. Nesta, o seu contexto pode ser aquela situação histórica que obrigou o Mestre a contar urna parábola para esclarecer uma verdade discutida. O contexto imediato, antes e depois, oferece ao intérprete a luz sobre o que se queria ensinar.

O princípio teológico. As parábolas não têm a finalidade de estabelecer doutrina ou teologia, mas visam a confirmar algum elemento teológico contido numa parábola. Um certo autor declarou que “as parábolas não são fontes primárias de doutrina”. O princípio teológico que rege qualquer parábola bíblica é aquele que se insere nos conceitos e verdades espirituais ensinadas. Por exemplo, nelas encontramos as expressões “Reino de Deus e Reino dos céus. Na realidade, essas duas expressões estão relacionadas com a linguagem de cada autor, mas podem ser sinônimas, na maioria das vezes que as encontramos nas parábolas. Existem as de cunho escatológico, que visam a mostrar o futuro da Igreja ou de Israel. A uma parábola com algum ensino escatológico a interpretação deve seguir a linha teológica do pensamento de Jesus sobre assuntos escatológicos. Uma das regras simples de hermenêutica é “o ensino geral da Bíblia” sobre determinado assunto ou doutrina. Por isso, os ensinos com teor escatológico nas parábolas de Cristo devem ser interpretados sob o principio do ensino geral das Escrituras
Outrossim, os autores dos Evangelhos objetivaram alcançar leitores específicos. Mateus direcionou seu Evangelho a seu próprio povo, os israelitas. Marcos direcionou seus escritos aos gregos, urna vez que, a despeito de estarem no período do Império Romano, a cultura grega ainda exercia forte influência. Lucas foi um autor extremamente didático, até porque era médico e tinha um nível elevado de cultura. Ele escreveu aos romanos, que eram os governantes da época. Finalmente,João prece ter se dedicado a destacar muito mais o sentido espiritual dos ensinos de Jesus e fortalecer a crença na sua divindade. 

Autor: Pr. Elienai Cabral