RADIO TAJENOJE

Dec 1, 2016

Culto fúnebre


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O CULTO FÚNEBRE
Instruções para o ministro
Tão logo o ministro receba a notícia da morte de um membro de sua igreja, deverá ir imediatamente ao lar do falecido para oferecer sua ajuda e consolo espiritual aos parentes.
O ministro averiguará discretamente os planos da família para o sepultamento, e ajudará em tudo o que for possível. Pode fazer qualquer sugestão que lhe pareça pertinente, sempre com total cuidado em agir com tato e sensibilidade.
Um detalhe que deve ficar bem claro é o lugar e a hora do sepultamento, e se a cerimônia vai ser realizada na igreja, no lar ou em uma capela mortuária.
Se o ministro conhece bem a família, evitará a todo o custo que eles tenham gastos excessivos, como acontecem com freqüência quando as emoções intensas tomam conta do coração e dos sentidos.
O culto fúnebre é uma oportunidade digna da maior consideração e meditação, ideal para se levar a um público heterogêneo a mensagem de esperança e salvação no Senhor Jesus Cristo. Mas isto deve ser feito com a sensibilidade que a ocasião requer, e não como uma campanha evangelística.
Portanto, a mensagem deve ser breve, simples e fácil de ser compreendida, para não se perder seu objetivo primordial: consolar a família do falecido, e levar os assistentes a um momento de meditação sobre o futuro encontro com Deus.
Para o culto em casa ou na igreja, o ministro chegará na hora indicada, e não começará a cerimônia até receber autorização da família. O ministro deverá ter preparado antecipadamente o programa do culto.
Temas e textos para mensagens

Cantor gospel morre, vai ao céu e conta o que viu

Nov 23, 2016

O TAPETINHO VERMELHO

Tapetinho vermelho

Uma senhora muito simples morava em uma casinha bem humilde com a sua neta, que estava muito doente. Apesar de todos os cuidados, a menina piorava a cada dia e já não conseguia mais sair da cama. Como não tinha dinheiro para chamar um táxi e levar a neta ao médico, a mulher decidiu deixá-la sozinha e ir a pé até a cidade em busca de ajuda.
Ao chegar ao único hospital público da região, a senhora ouviu das enfermeiras que os médicos não poderiam ir até sua casa; era ela quem deveria trazer a menina para ser examinada e medicada. Desesperada e sem saber o que fazer, a avó saiu do hospital e passou a andar sem rumo certo. Ao passar em frente a uma igreja, ela resolveu entrar. Algumas senhoras estavam ajoelhadas fazendo suas orações e a avó também se ajoelhou. Ela ouviu as orações daquelas mulheres e, assim que pôde, levantou um clamor a Deus, dizendo:
Oi, Senhor, sou eu, a Judite. Olha, Deus, a minha netinha está lá em casa, muito doente. Eu gostaria que o Senhor fosse até lá para curá-la, por favor. Anote o meu endereço, Deus: Alameda das Oliveiras, número 3.
As outras mulheres estranharam a forma com que aquela senhora orava, mas continuaram ouvindo.
Não tem erro, Deus. É só o Senhor seguir o caminho de terra batida e, quando passar a ponte do riacho, o Senhor pega a terceira estradinha de pedra. Passando a vendinha do Sr. Luiz, a minha casa é o último barraquinho da rua.
Naquele momento, as mulheres ao lado já não oravam. Elas só conseguiam prestar atenção na senhora e se esforçavam para não rir muito alto... A avó da menina, porém, não se importou com aquilo e prosseguiu em sua conversa com Deus:
 _ Olha, Senhor. Eu tranquei a porta da frente, mas a chave fica debaixo do tapetinho vermelho. É muito fácil encontrar. Por favor, Deus, cure a minha netinha. Desde que meu marido e minha filha foram morar aí no céu, ela tem sido a minha única alegria. Obrigado.
E quando todas haviam pensado que a oração da idosa tinha terminado, ela complementou:_ Ah! Deus, por favor, não se esqueça de trancar a porta e devolver a chave debaixo do tapetinho vermelho, senão eu não consigo entrar em casa! Até mais.
Assim que dona Judite foi embora, as outras senhoras da igreja soltaram o riso e fizeram várias piadas sobre a sua oração. Uma delas disse:
Como pode uma pessoa nessa idade não saber fazer uma oração decente!? E voltou a rir.
Porém, dona Judite teve uma grata surpresa ao chegar em casa: a neta havia saído da cama e estava sentada no chão da sala, brincando com suas bonecas. Muito alegre, a avó perguntou à menina:
Minha neta, você já está de pé?
E a garotinha, olhando com carinho para a avó, respondeu:
Um médico esteve aqui, vovó. Ele entrou no meu quarto, me deu um beijinho na testa e disse que eu iria ficar boa logo. E não é que eu fiquei boa mesmo!? Ai, vovó... Aquele médico era tão bonito, sua roupa era tão branquinha que parecia brilhar. Ah, ele mandou dizer pra senhora que foi muito fácil achar a nossa casa e que ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho, do jeito que a senhora pediu.
"Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus" (Romanos 8:26-27).
Fonte: http://www.pastorantoniojunior.com.br/mensagens-evangelicas/tapetinho-vermelho-historias-para-reflexao#ixzz4Qw5Gg8eC

O VESTIDO AZUL

Vestido azul

Em um povoado muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita, mas sua mãe parecia não ter muito cuidado e a criança quase sempre andava suja. Além disso, suas roupas eram velhas e maltratadas. A garotinha estudava na primeira série da escola local e certo dia, seu professor ficou sensibilizado com a sua situação. Ele pensou:
_ Como é que uma criança tão bonita quanto essa pode vir tão desarrumada para a escola?
No final daquele mês, assim que recebeu o seu salário, o professor tomou uma decisão: foi até uma loja, comprou um vestido azul e deu de presente à menina. E ela ficou ainda mais linda naquele vestido! Ao ver a filha vestida daquele jeito, a mãe percebeu o quanto era ruim mandar a garota para a escola tão suja e despenteada. Assim, passou a dar banho nela todos os dias, pentear seus cabelos, cortar as unhas, escovar os dentes... Naquele mesmo final de semana, o pai da menina disse à esposa:
_ Querida, você não acha vergonhoso que a nossa filhinha, sendo tão bela e arrumada, more em uma casa como esta, toda suja e caindo aos pedaços? Vamos combinar uma coisa: você cuida da faxina e eu, nas horas vagas, vou pintar as paredes, arrumar a cerca e dar um jeito no jardim.
Passado algumas semanas, a casa da família da garotinha do vestido azul se destacava na vila! As flores que enchiam o jardim e a limpeza do quintal eram uma atração para todos que passavam ali. Diante disso, os vizinhos da menina ficaram constrangidos por morar em casas mal acabadas e feias e decidiram também pintar as fachadas, plantar árvores e flores...
Em pouco tempo, toda a vila estava transformada; nem parecia a mesma de meses atrás. Então, um senhor muito influente na região percebeu a dedicação daquela comunidade e achou que ela merecia um auxílio das autoridades locais. Foi até o prefeito e contou a ele tudo o que estava acontecendo. O senhor saiu da prefeitura com uma autorização para formar uma comissão para avaliar quais eram as melhorias que aquela vila precisava. No final do mesmo ano, o chão de terra foi substituído por asfalto, o esgoto a céu aberto foi canalizado, as ruas receberam iluminação pública e até uma bela praça foi construída em frente à igreja.
Vendo aquela vila tão bem cuidada e tão bela, quem poderia pensar que tudo aquilo começou com um vestido azul? O professor tinha apenas a intenção de ajudar a garotinha, mas acabou fazendo um bem muito maior: transformou a vida de uma população inteira!
Quando nós fazemos o bem às pessoas, muitas vezes não percebemos a mudança que causamos. Você já ouviu falar da teoria "Efeito Borboleta"? No ano de 1963, um cientista chamado Edward L. analisou uma teoria que ficou conhecida como "Efeito Borboleta". Segundo ela, o bater das asas de uma simples borboleta poderia mudar o curso natural das coisas e talvez, até provocar um furacão do outro lado do mundo! Já imaginou isso? Por isso reflita: se até o movimento das asas de um inseto tão pequeno, pode, teoricamente, causar tamanhas consequências, será que conseguimos medir o que uma simples atitude nossa, pode influenciar na vida de uma pessoa?
alvez uma oração, uma palavra amiga, um telefonema, um sorriso, um aperto de mãos, uma lágrima nos olhos etc. Não importa o gesto. Devemos sempre acreditar que pequenas atitudes podem causar grandes transformações! A cada dia Deus nos dá novas chances de fazermos o bem para os outros. A Bíblia diz que "somos cooperadores de Deus" (1 Co 3:9). Ou seja, Ele quer nos usar para realizar Sua obra aqui na Terra. Deus não fará nada que esteja ao nosso alcance, mas Ele nos capacitará para fazermos a diferença neste mundo tão carente de amor!

A ÁRVORE QUE CHORAVA

A árvore que chorava | Histórias para reflexão

Todos os dias um grupo de anjos deixa o céu e sai pelo mundo com o objetivo de ajudar os filhos de Deus. Certo dia, logo nas primeiras horas da manhã, um desses anjos, ao passear pela terra, escutou um choro angustiado vindo de um campo. Então ele resolveu descer, acreditando se tratar de algum ser humano em apuros. No entanto, ele se surpreendeu ao ver que quem chorava, na verdade, era uma árvore. Preocupado, o anjo perguntou a ela:
_ Por que você está chorando desse jeito, dona árvore?
Ao que a árvore respondeu:
_ Estou chorando porque, junto com esse dia que começa agora, começa também o meu sofrimento.
O anjo continuou com o interrogatório:
_ Sofrimento? E o que te fazer sofrer? É o calor do sol que te incomoda?
_ Não, anjo. O sol me faz muito bem. Respondeu a árvore.
_ Então o que é? Insistiu o anjo, tentando entender aquele sofrimento.
A árvore, então, abriu o seu coração e foi sincera:
_ O que tem me causado tanta dor são as pessoas, desde as crianças até as mais velhas. Elas atiram pedras em mim o tempo todo. Confesso que não consigo entender o porquê de tanta agressividade, já que eu faço tudo que posso para agradá-las.
E continuou lamentando:
_ Só Deus sabe o tamanho do esforço que faço para produzir frutos deliciosos para essa gente, mas, ainda assim, sou apedrejada. Elas não gostam de mim, então não tem porque eu viver. Quem dera um raio caísse em cima de mim e acabasse de vez com toda essa dor!
O anjo do Senhor, então, sorriu aliviado. Em seguida, disse à árvore:
_ Ah... Então é isso!? Você está enganada em relação ao sentimento das pessoas por você. A verdade é que elas gostam muito de você e dos seus frutos, por isso atiram as pedras: para pegar os seus frutos!
_ Será, anjo? Perguntou a árvore bastante surpresa.
_ É claro que sim, minha amiga. Você tem abençoado a vida delas. Existe uma frase muito antiga criada pelos homens que fala exatamente sobre o que você está vivendo. Sabe como é?
_ Não, não sei.
_ Eles dizem: "Ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto". Então, se alegre minha amiga, porque se você está sendo apedrejada, é porque você está produzindo algo muito bom!
Quantas vezes nós sofremos e choramos quando somos "apedrejados" pelas pessoas, não é mesmo? Isso nos entristece e nos leva a pensar se realmente temos valor. No entanto, assim como essa árvore, precisamos entender que as pedras atiradas em nós, revelam que estamos no caminho certo, produzindo bons frutos. E o melhor de tudo: Deus está vendo a intenção do nosso coração e Ele promete nos abençoar cada vez mais se formos obedientes à Sua Palavra. A Bíblia diz: "O justo é como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!" (Salmos 1:3)

A cadeira vazia |

Cadeira vazia


O pai de uma jovem da igreja estava muito doente, por isso, a moça pediu para que seu pastor fosse visitá-lo no hospital. Quando entrou no quarto do enfermo, o pastor se deparou com o idoso deitado na cama, com a cabeça apoiada em dois travesseiros. Ao seu lado direito, havia uma cadeira vazia. Ao ver aquela cadeira vazia ao lado da cama, o pastor pensou que o homem estava esperando a sua chegada. Então ele disse:
_ Acredito que o senhor estava me esperando...
Mas o idoso respondeu:
_ Na verdade, não. Eu nem sei quem é o senhor. Quem é você?
Disse o pastor:
_ Meu nome é Gilmar e eu sou o pastor da sua filha. Foi ela quem pediu para que eu viesse aqui orar pelo senhor e quando me deparei com a cadeira vazia, pensei que soubesse que receberia a minha visita.
Com a voz enfraquecida, o pai da jovem começou a falar:
_ Ah, essa cadeira? Ela tem uma história...
_ Então me conte, meu amigo! Interrompeu o pastor.
O senhor prosseguiu:
_ Eu nunca soube orar em toda a minha vida. Na verdade, eu nunca quis aprender, pois sempre achei que Deus estava muito longe de mim, resolvendo coisas mais importantes.  Até que um dia um amigo cristão me falou: "Orar é conversar com Jesus. Quando você quiser falar com Ele, sente-se em uma cadeira e coloque a outra na sua frente. Pense que Jesus está sentado nessa cadeira e, então, comece a conversar".
Antes que o pastor pudesse falar algo, o senhor continuou:
_ Eu gostei muito daquela ideia e, desde então, converso com Jesus durante duas ou três horas por dia. Eu sempre tomo cuidado para ninguém ver, principalmente a minha filha, porque é perigoso ela me internar em um hospício. Brincou ele...
O pastor se simpatizou com aquele homem e eles ficaram conversando por horas. Por fim, oraram juntos e o pastor Gilmar voltou para casa. Três dias depois, a filha do homem doente comunicou a igreja que seu pai havia falecido naquela tarde. O pastor, então, lhe perguntou:
_ Ele morreu em paz?
A jovem, com os olhos cheios de lágrimas, respondeu:
_ Creio que sim, pastor. Creio que ele morreu em paz. Pouco antes de partir, ele me deu um beijo e disse que me amava. Tive que sair do quarto por alguns minutos e, quando voltei, ele já havia falecido. Só uma coisa me deixou intrigada, pastor...
_ O que foi, minha filha? Perguntou.
_ O senhor se lembra daquela cadeira que ele insistia em deixar ao lado de sua cama? Então... Ele arrastou para bem perto da cama e morreu com a cabeça encostada nela.
O pastor não conteve o sorriso e disse àquela moça:
_ Louve a Deus por isso, menina!
_ Por que, pastor?
_ Por que ele morreu no colo de Jesus!
"Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8:38-39).

Um copo de leite e biscoitos

Copo de leite


Certa vez, um jovem pobre que vendia bombons de porta em porta para juntar dinheiro para seus estudos, estava com muita fome. Ele havia passado o dia todo na rua e, como só havia ganhado uma moeda, ficou o dia inteiro sem comer.
Sem forças para seguir em frente, o rapaz decidiu que, em vez de tentar vender os bombons, iria pedir um pedaço de pão ou um pouco de comida na próxima casa que batesse. No entanto, ele ficou com vergonha ao ver que uma jovem linda atendeu a porta. Então, em vez de pedir algo para comer, ele pediu apenas um copo d'água. A moça percebeu que o jovem estava com fome e lhe trouxe um grande copo de leite e alguns biscoitos que sua mãe havia feito. Ele comeu e bebeu bem devagar, depois perguntou:
_ Quanto te devo, moça?
E ela respondeu:
_ Nada. Você não tem que me pagar nada. Meus pais me ensinaram a ajudar o próximo.
Sem jeito, o garoto agradeceu:
_ Nossa, muito obrigado então. Agradeço a você e seus pais. Deus abençoe!
O jovem deixou aquela casa não só com a barriga cheia, mas também com a fé renovada! Ele voltou a acreditar em Deus e na bondade das pessoas. Antes daquele copo de leite e dos biscoitos, ele havia decidido que iria abandonar o sonho de fazer faculdade de Medicina por causa das dificuldades que estava vivendo, mas aquele gesto de bondade o reanimou.
Dez anos mais tarde, aquela moça ficou doente e os médicos locais não sabiam o que fazer, já que a doença era muito grave... Então, decidiram encaminhá-la para o hospital da cidade grande. O médico de plantão naquele dia era o Dr. Mario Silveira, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando ele soube que a moça vinha do povoado onde ele cresceu, algo tocou o seu coração e, rapidamente, foi ver a paciente.
O médico, então, reconheceu aquela moça e, imediatamente, começou a fazer tudo o que podia para salvar sua vida. O Dr. Mário passou também a dedicar seus dias de folga para dar mais atenção à paciente. Porém, ele não disse nada a ela sobre o encontro que tiveram há dez anos.
Depois de muita luta, enfim, conseguiram vencer a doença! Ao receber alta, ela foi para casa feliz, mas com o coração apertado, pois imaginava que teria que trabalhar o resto da vida para pagar aquele tratamento tão longo e caro. Quando ela entrou em seu quarto, sentou na cama e abriu a carta de cobrança do hospital, os seus olhos se encheram de lágrimas com o que estava escrito naquele papel:
Tratamento 100% pago, há muito anos, com um copo de leite e um prato de biscoitos - Assinado: Dr. Mário Silveira.
Só então aquela mulher se lembrou do menino que havia batido em sua porta em busca de um copo d'’água. À partir daí, ela passou o resto de sua vida ajudando crianças carentes que não tinham condições de ter um futuro melhor.
"Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãosSe alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade" (1 João 3:16-18)

Um ato de amor

Ato de amor

 | Histórias para reflexão

Na década de 1960, no auge da Guerra do Vietnã, um orfanato situado em uma aldeia administrada por missionários foi atingido por um bombardeio. Dezenas de crianças morreram na hora e muitas outras ficaram feridas. Entre elas estava uma menina de oito anos, em estado muito grave. Essa criança precisava de sangue com urgência, mas rapidamente os médicos missionários descobriram que ninguém da equipe era compatível com aquele tipo sanguíneo.
Então, eles se reuniram com os moradores da aldeia e com a ajuda de um intérprete, explicaram a situação da menina. Contudo, a maioria dos moradores não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Depois de testarem o tipo sanguíneo dos poucos candidatos, a equipe médica chegou à conclusão de que somente um menino tinha condições de ajudar a criança.
Após realizarem os procedimentos necessários, deitaram o garoto em uma cama ao lado da menina e inseriram uma agulha em sua veia. Enquanto o sangue era coletado, ele continuava quietinho, com os olhos fixos no teto. Depois de alguns minutos, o menino deu um pequeno soluço e com a mão que estava livre, tapou o rosto tentando esconder as lágrimas. O médico, então, pediu para o intérprete perguntar ao menino se ele estava sentindo dor. Ele respondeu:
_ Não, moço. Pode continuar.
Porém, não demorou muito para que o soluço e as lágrimas voltassem. Preocupado, o missionário pediu para ao intérprete para descobrir o que estava fazendo aquele garotinho chorar. O enfermeiro conversou tranquilamente com ele e, em seguida, explicou ao médico o porquê do choro:
_ Ele achou que ia morrer. Ele não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer.
Espantado, o médico missionário se aproximou da criança e, com ajuda do intérprete, perguntou:
_ Se você achava que iria morrer, por que se ofereceu para doar seu sangue?
Com o coração cheio de amor, o menino respondeu:
Porque ela é minha amiga e eu preferia morrer no lugar dela.
Esse menino foi àquele lugar determinado a salvar a vida da amiga, mesmo achando que para isso, teria que morrer. Do mesmo modo, Jesus veio à terra para salvar as nossas vidas. Ele sabia que teria que derramar o Seu sangue numa cruz, mas mesmo assim não pensou duas vezes em fazê-lo. O Seu amor pela humanidade e o desejo de nos salvar foi muito maior do que o medo da morte.
"Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. Como agora fomos justificados por seu sangue, muito mais ainda seremos salvos da ira de Deus por meio dele!" (Romanos 5:7-9)
"Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos" (1 João 3:16).

O símbolo mais valioso


História com lição
Certa vez, um rei temente a Deus e muito amado pelo seu povo, percebendo que estava envelhecendo, resolveu decidir qual dos seus três filhos iria herdar o seu trono. A tarefa não era nada fácil, pois todos tinham bom coração e eram dignos de receber a coroa. Depois de muito pensar em uma forma de não ser injusto com seus filhos, o rei teve uma grande ideia. Em seguida, mandou chamar os três e lhes disse:
_ Meus filhos amados, eu já estou velho e não tenho mais forças para governar. Deus me deu três filhos maravilhosos e sei que qualquer um de vocês será um ótimo rei. Porém, eu não posso coroar os três, por isso, o melhor jeito que encontrei para escolher um de vocês é lançá-los um desafio. E explicou qual seria a missão:
_ Saiam agora e procurem aquilo que vocês acreditam ser o melhor símbolo do nosso reino. Vocês podem procurar onde quiserem, desde que me tragam o símbolo escolhido até a hora do jantar. E para que não haja dúvidas sobre a minha decisão, chamarei os nobres do reino para me ajudarem.
Os príncipes, então, saíram em busca do melhor símbolo do reino...
Um deles decidiu procurar dentro do próprio castelo, no museu e no cofre onde ficavam guardadas as maiores riquezas do reino.
O segundo, por sua vez, foi até a vila dos sábios do reino e passou o dia todo discutindo o assunto com eles.
Já o terceiro resolveu caminhar pelo reino. Ele visitou o seu povo, conversou com as pessoas humildes e conheceu um pouco da vida dura que elas levavam. Durante suas andanças, o príncipe encontrou um menino que chorava enquanto arava a terra de uma plantação. Sensibilizado, ele perguntou:
_ Por que você está chorando, garoto? 
_ Meu pai morreu na semana passada e minha mãe está muito doente. Eu preciso arar este campo até o fim da tarde se quiser receber um pouco de pão para levar para casa. Só que eu não consigo fazer isso sozinho. Queria terminar logo para poder dar o que comer à minha mãe.
O príncipe pensou no desafio do pai e na possibilidade de se tornar o novo rei. Ele sabia que não podia perder tempo, porém, decidiu ajudar o pobre menino - nem que fosse um pouco. Como ele era muito gentil e educado, passou horas e horas arando o campo com o menino. Assim que terminaram o serviço, ele foi visitar a mãe do garoto, que muito agradeceu a sua ajuda (a mãe e o filho não sabiam que ele era filho do rei).
Na hora do jantar, o filho que havia ficado no castelo apresentou ao pai e aos nobres um antigo cofre de ouro maciço cravejado com diamantes e rubis. Era, sem dúvida, um importante símbolo da família real. Ele explicou:
_ Meu pai e senhores nobres, esse cofre simboliza a estabilidade e o poder do nosso reino. Garanto-lhes que não há outro objeto que simbolize tão bem a nossa história!
O segundo filho, aquele que foi procurar os sábios, apresentou uma antiga espada que pertencia ao seu pai, nos tempos em que ele ainda era príncipe. Assim como o cofre, a espada também tinha um grande significado de coragem e valentia. O filho disse:
_ Meu rei, essa espada simboliza os tempos difíceis em que o senhor arriscou a própria vida para que a força e a grandeza no nosso reino fossem estabelecidas. Este é, com certeza, o maior símbolo do nosso reino!
Satisfeito com as duas primeiras apresentações, o rei perguntou ao último filho:
_ E você, meu filho, o que trouxe para nós?
Sem jeito e meio desapontado (pois sabia que não seria o escolhido), o rapaz falou ao pai sobre como foi o seu dia:
_ Não trouxe nada, meu pai. Deixei o castelo para visitar o nosso povo e me dei de frente com um órfão de pai que, em meio a lágrimas, buscava no arado da terra um pouco de pão para alimentar a mãe. A história do menino mexeu tanto comigo que parei minha busca para ajudá-lo. Depois fui visitar a senhora doente. Como não estou acostumado ao trabalho braçal, fiquei muito cansado e não tive forças para voltar ao seu desafio. Me perdoe, por favor.
O rei, então, chamou o filho:
_ Venha aqui, meu filho. Me deixe ver as suas mãos!
Ao notar que as mãos do rapaz estava cheia de bolhas, o rei ergueu o braço do príncipe e disse a todos os nobres:
_ Senhores, este é o meu escolhido! Ele herdará a minha coroa! Este rapaz não trouxe apenas um símbolo do nosso reino, mas vários:
_ Em primeiro lugar: ele foi até o povo. Um rei de verdade nunca pode deixar de estar com o seu povo. Segundo: ele foi capaz de escutar uma criança. Terceiro: ele foi sensível ao sofrimento do menino e de sua mãe. Quarto: ele demonstrou que é capaz de colocar os interesses dos necessitados acima dos seus interesses.
O rei continuou:
_ Os símbolos trazidos ao nosso reino por ele foram: amor, bondade, compaixão e atitude! Esse meu filho possui todas as qualidade que um rei temente a Deus deve ter. Os que concordam comigo, digam: Viva o rei! E todos os que estavam no salão gritaram “viva o rei”, inclusive os seus irmãos.
"E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé" (Gálatas 6:9,10).

A ponte do perdão

Amor de irmão

 | Histórias para reflexão

Haviam dois irmãos que desde pequenos, aprenderam com os pais a serem muito unidos. Assim que cresceram, foram morar em fazendas vizinhas separadas apenas por um lindo riacho. Os irmãos trabalhavam juntos na criação de gado leiteiro e, por serem tão unidos, tudo ia muito bem... Porém, um dia a situação mudou. O irmão mais velho ficou furioso com o irmão mais novo por causa de um erro na contabilidade que os fez tomar prejuízo. Então, houve uma briga muito feia entre eles! Os dois discutiram e aquela pequena falha se transformou numa troca de ofensas, seguida por semanas de total silêncio entre eles. Em uma manhã, um homem simples bateu à porta do irmão mais velho e ao ser atendido, ele disse:
Bom dia! Estou procurando algum trabalho. Tenho muita experiência com carpintaria. Na verdade, meu pai adotivo era um carpinteiro muito bom e me ensinou tudo o que sei hoje. Você teria algum serviço para mim?
O fazendeiro respondeu:
_ Bom dia. Na verdade, tenho sim. O senhor está vendo aquela fazenda além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós tivemos uma briga muito feia e já faz tempo que não nos falamos.
_ Eu entendo, disse o carpinteiro.
E o irmão prosseguiu:
_ Eu não suporto mais sair na minha varanda e ter que olhar para ele! Então, por favor, use a madeira que está guardada no meu celeiro para construir uma cerca bem alta.
_ Entendi. Disse o carpinteiro, e completou: _ Por favor, me mostre onde está o martelo, os pregos e as outras ferramentas da fazenda.
O irmão mais velho entregou todas as ferramentas ao carpinteiro e foi resolver alguns assuntos na cidade. Enquanto isso, o homem ficou ali cortando e medindo madeira o dia todo. Já no final da tarde, quando o fazendeiro voltou para casa, não acreditou no que viu. Ao invés de levantar uma cerca, o carpinteiro havia construído uma pequena ponte muito linda, ligando as duas margens do riacho. O irmão mais velho ficou irado e falou àquele homem:
_ Seu atrevido! Você sabe muito bem que não foi isso que eu mandei você construir!
Porém, ao olhar novamente para a ponte, ele viu o irmão mais novo correr de braços abertos ao seu encontro:
_ Glória a Deus! Eu sabia que você não era uma pessoa ruim! Quero que você saiba que você é mais que um irmão pra mim, você é meu melhor amigo e eu estava com muita saudades! Você mandou construir essa ponte, mesmo depois dos erros que cometi com o nosso dinheiro. Eu te amo irmão!
Emocionado, o irmão mais velho esqueceu as mágoas e foi ao encontro dele. Eles se abraçaram e choraram muito em cima daquela ponte... Ao ver aquela cena, o carpinteiro pegou suas coisas, virou as costas e, quando estava indo embora, ouviu o irmão mais velho dizer:
_ Espera aí senhor! Preciso te pagar por seu serviço maravilhoso! Você me ajudou a restaurar meu relacionamento com meu irmão e me fez sentir o quanto é bom ter minha família de volta! Quanto te devo?
Então o homem respondeu:
_ Você não me deve nada, meu amigo. Só de ver vocês dois tendo uma nova chance já me deixou muito satisfeito. Essa é a minha missão!
Mas o fazendeiro insistiu:
_ Como assim?! Pelo menos diga o seu nome para que eu possa sempre me lembrar do senhor.
_ Meu nome? Meu nome é JESUS. Respondeu o carpinteiro, indo embora em seguida.
A família é o bem mais precioso que alguém pode ter nessa terra, porém, muitas vezes nós criamos inimizade e discussões por motivos tão bobos, esquecendo de que foi Deus quem colocou essas pessoas em nossas vidas. Lidar com a família nem sempre é fácil, pois somos imperfeitos, mas Jesus nos deu o mandamento de amar e perdoar, independente do que os outros façam, pois Ele fez isso por nós.
Se Deus perdoou os nossos pecados e se queremos ser parecidos com Ele, por que não devemos perdoar as pessoas? Se realmente entendemos o que Cristo fez na cruz por nós, o perdão deve fluir em nosso coração. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados, mas a falta de perdão impede que Deus nos perdoe. Por isso, se você tem algo contra o seu próximo, perdoe hoje mesmo e busque a reconciliação. Leia as passagens abaixo:
"Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete" (Mateus 18:21,22).
"E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados". Mas se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está no céu não perdoará os seus pecados" (Marcos 11:25,26).
"Tomem cuidado. "Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: ‘Estou arrependido’, perdoe-lhe" (Lucas 17:3,4).
"Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas" (Mateus 6:14,15).
"Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo" (Efésios 4:31,32).

Oct 21, 2016

IGREJA NOVA JERUSALÉM, SEDE BARRA MANSA E PINHEIRAL



A igreja Nova jerusalém é uma igreja que a 34 anos prega o evangelho do reino, com diversas igrejas em Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral, Arrozal, Piraí, Mangaratiba, Minas Gerais, Bahia.

PASTOR PRESIDENTE CLAUDEMIR DA SILVA MACHADO

TABERNÁCULO DE JESUS NOVA JERUSALÉM.  a sede está em Barra Mansa, Rua pastor Manoel Rodrigues nº 178 Bairro Vale do Paraíba fundada em 28/08/1982 Instituição Religiosa sem fins lucrativos, devidamente inscrita e registrada perante os órgãos competentes.

Nós da igreja  NOVA JERUSALÉM, acreditamos que toda  igreja que tem doutrina, tem bom costume. Porque a doutrina significa ensinamento, ou (instrução) sabemos que o conhecimento doutrinário, é um baluarte contra o erro. Mateus 22:29. Gálatas. 1:6.


CREMOS EM DEUS – Cremos num ser sempiterno Detentor de todos os atributos da divindade, tais como a Sabedoria, Onisciência, Onipresença, Onipotência, Santidade, Verdade, Amor, etc. Criador e Conservador de tudo que há expressado por meio de três pessoas da mesma substância: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Deut. 6:4; Mat.28:19).

CREMOS NA BÍBLIA – Confiamos ser a Bíblia a Palavra de Deus e, portanto Sagrada, confiada a homens para escreverem-na por intermédio da inspiração especial do Espírito Santo a qual expressa toda a verdade sobre Deus e os homens. (II Tim. 3:14-17).

CREMOS EM JESUS – Estamos certos que é a encarnação de Deus, foi gerado pelo Espírito Santo e concebido pela virgem Maria, possui a natureza humana, foi crucificado e sepultado, ressuscitou de forma corpórea e visível ao terceiro dia e foi ascendido aos céus quarenta dias após sua ressurreição. (Lc. 1:31, 35; Fil. 2:6, 7; Lc. 23:33, 53, 24:6, 15,51).

CREMOS SOBRE O HOMEM – Temos por verdade que todo homem é pecador por causa da herança de Adão e pelas suas próprias culpas e que não tem condições de justificar-se por seus próprios méritos diante de Deus, estando assim condenado ao sofrimento eterno. (Rom. 3:23; Ef. 2:8,9).

CREMOS NA SALVAÇÃO – Acreditamos que todo homem pode ser salvo de seus pecados e justificado diante de Deus pelo favor Divino revelado na Graça, por intermédio da fé naquele que tomou sobre si a nossa condenação e a levou para o Calvário: Jesus Cristo. (Rom. 5:1)

CREMOS NO BATISMO NAS ÁGUAS – Recebemos o Batismo nas águas como uma ordenança do Senhor Jesus àqueles que n’Ele creem e como uma forma de confissão publica da fé e arrependimento de pecados, devem Ser batizados em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Sem que o mesmo possua poderes de salvação. (Mc. 16:16; Rom. 10:9).

CREMOS NO BATISMO COM O ESPIRITO SANTO – Reputamos-o como a capacidade sobrenatural que Deus dá ao homem a fim de que este possa realizar a obra de Deus na terra, sendo que uma das evidencias é o falar línguas. (Atos 1:8; 2:39; 10:44-46).

CREMOS NA SANTIFICAÇÃO – Temos como uma obra contínua e gradativa do Espírito Santo sobre a vida do crente que dá condições de viver desembaraçado do pecado e em comunhão com Deus. (João 16:13).

CREMOS NA IGREJA – Reconhecemos a Igreja como o corpo invisível de Cristo, a qual agrega todos os seus membros.  Cremos que este corpo vive em comunhão, unido pelo elo universal do amor, fundamentado na pedra angular que é Jesus Cristo incentivando-se mutuamente ao prosseguimento da carreira da fé. (I PE. 2:4-8; Rom. 12:5).

  CREMOS NOS DONS DO ESPIRITO SANTO – Cremos na operação dos dons do Espírito Santo visando o aprimoramento e edificação da Igreja, os quais se manifestam segundo a determinação do Senhor da Igreja, Jesus Cristo. (I Cor. 12:4, 11).






 IGREJA DE PINHEIRAL



SEDE

 SEDE


 PINHEIRAL














Endereço igreja Nova Jerusalém Pinheiral

Sep 4, 2016

Jul 5, 2016

BATISMO BÍBLICO EM ÁGUAS




BATISMO BÍBLICO EM ÁGUAS

Cremos no batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro, uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho (Jesus Cristo) e do Espírito Santo, Conforme determinou o Senhor Jesus Cristo. (Mt. 28:19; Rm. 6:1-6 e Cl. 2:12).

O Batismo em águas (o grego baptzõ, “mergulhar”, “submergir”) é uma das ordenanças que Cristo deixou á Igreja (Mt. 28:19). Através do batismo, o novo convertido, que já faz parte do Corpo de Cristo pelo novo nascimento, dá o seu testemunho público. Trata-se, portanto, de uma confissão pública de Fé em Cristo, por intermédio de “Atos e Palavras”, onde o batizando mostra ter aceitado plenamente as verdades da Bíblia Sagrada.

No ato do batismo em águas, o convertido mostra ter morrido para o mundo e renascido para Cristo, para viver agora em “novidade de vida” (Rm. 6:4).

As Águas do batismo não visam limpar os nossos pecados. O novo testamento mostra claramente ser o sangue de Jesus, e não as águas do batismo, o que nos purifica e perdoa. Mediante o sangue de Jesus somos justificados, nossa consciência é purificada e somos redimidos (Rm. 5:9; Hb. 9:14 e I Pd. 1:18-19).

Embora a Igreja católica e algumas denominações evangélicas pratiquem o batismo por aspersão ou efusão, a história e a etimologia do verbo grego “Baptzõ” mostram ser a imersão a forma bíblica.

Apostolo Pedro, ao falar sobre o batismo para “perdão dos pecados” (At. 2:38), usou a mesma expressão grega utilizada por João Batista, quando este afirmou: “E eu, em verdade vos batizo com água, para o arrependimento “ (Mt. 3:11).

O batismo de João Batista não produzia o arrependimento, mas apontava para ele. Assim também a expressão Pedro, “Para perdão dos pecados” significa “por causa do perdão dos pecados” ou “como testemunho de que os vossos pecados foram perdoados”.

Nesse caso, o batismo tornou-se não somente um testemunho, mas um compromisso de viver uma nova vida no poder do Cristo ressuscitado.

Por que Alguém que Confesse a Cristo Não Seria Batizado?
 
Algumas razões podem estar por trás da falta de batismo de alguns cristãos professos:

1) Ignorância - A pessoa não foi bem instruída quanto ao batismo ou não recebeu nenhum ensino a respeito.

2) Orgulho - Alguns decidem não ser batizados por questões de orgulho espiritual. Para eles, o batismo depois de um longo período sem o devido batismo neotestamentário seria confissão pública de desobediência ou ignorância.

3) Indiferença - Outras pessoas simplesmente não se importam. Compreendem o ensino do Novo testamento acerca do batismo e não são contrarias a ele. Talvez até creiam nele, mas nunca decidem aplica-lo porque, obviamente, não pensam que seja muito importante.

4) Desafio - Tais pessoas recusam-se expressamente a ser batizadas. Na maioria das vezes, estão vivendo em pecado e não se dispões a se colocar diante da congregação e reconhecer publicamente a submissão ao senhorio de Jesus Cristo e a alegria de conhece-lo.

5) Falta de regeneração - Esta última categoria descreve pessoas que não são de fato crentes, portanto não têm a compulsão interna do Espírito Santo que os leve à obediência. Esses desfrutam das bênçãos por estar próximos a igreja, mas não tem o desejo de fazer uma confissão pública.

Qual a História do Batismo?
 
Onde ele se originou? Como chegamos a ele? O batismo começou nos tempos do Antigo Testamento. O povo de Israel havia recebido as leis, as promessas, os profetas e as alianças de Deus. Eles cultuavam o Deus verdadeiro.

Algumas pessoas das chamadas nações gentias reconheciam isso e queriam se identificar com Israel, de modo a poder adorar o Deus Verdadeiro corretamente. Elas queriam tornar-se judias – não racialmente, pois isso seria impossível, mas religiosa ou espiritualmente. O sistema que lhes permitia fazer isso era chamado cerimônia de “proselitismo”. Esta continha três partes: circuncisão, sacrifício de animais e batismo.

O batismo implicava ser imerso na água. Ele representava o gentio morrendo para o mundo gentílico e, depois, surgindo numa nova vida como membro de uma nova família, num novo relacionamento com Deus. Foi na imersão de prosélitos gentios que o batismo surgiu pela primeira vez na história da redenção.

Agora voltemo-nos para o ministério de João Batista. Seu trabalho como precursor de Cristo era preparar o povo para a vinda do Senhor. Como ele tentou fazer isso? Ele sabia que Cristo seria santo e exigiria justiça, arrependimento do pecado e conversão a Deus. Portanto, batizou as pessoas como um símbolo visível dessa conversão.

Num dia especial, no meio de seu ministério, aconteceu algo maravilhoso: “Então, veio Jesus da Galileia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, vens tu a mim? Jesus, porem, respondendo, disse-lhe: Deixe por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu” (Mt.3:13-15).

O que seguiu após o batismo de Jesus? Ele mesmo passou a batizar de acordo com João 4:1, o Senhor estava fazendo e batizando mais discípulos que João Batista. Isso significava que os pecadores que criam nele estavam confirmando a necessidade de morrer e serem sepultados para a vida velha e se levantarem em novidade de vida. Depois que Jesus morreu e ressuscitou, ele ordenou que se fosse por todo o mundo, fizesse discípulos e os batizasse.

Quando a igreja nasceu, três mil creram e foram batizados. Há uma continuidade absoluta no registro histórico do batismo como símbolo da morte do velho e da ressurreição do novo. Isso encontra seu cumprimento maior na morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo.

Qual a Relação entre a Imersão e a Salvação?
 
Alguns dizem que você precisa ser batizado para ser cristão e que se não for batizado não é salvo. Eles estão confundindo o batismo na água e a salvação. Tendo sido salvos, entramos na obediência. No Novo Testamento, vemos o batismo como o indicador imediato e inseparável da salvação.

No dia de Pentecostes, três mil creram, foram batizados e perseveraram na doutrina dos apóstolos, na oração, na comunhão e partir do pão. Nenhuma perda. Esse é o padrão de Deus e os apóstolos insistiam nisso.

È comum ouvirmos dizer hoje: “Tivemos uma grande campanha evangelística: Três mil foram salvos, 42 foram batizados e dez integraram-se à igreja local”. Que diferença!


Em Atos 2:37 Pedro diz: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado... para perdão dos pecados”. Isso significa que a água é necessária para lavar o pecado? Não, mas o ato do batismo é o que demonstra aos outros que os pecados foram remidos ou perdoados.

Muitas vezes perguntam: “É preciso ser batizado para entrar no céu?” O ladrão na cruz não foi (Lc. 23:39-43). Pode haver circunstâncias que impeçam o batismo, mas se alguém reluta em ser batizado, isso pode ser um sinal de que o coração não esta disposto a obedecer. E um coração desobediente é sinal de que a pessoa não foi regenerada, pois Jesus disse: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo. 14:15) e “Por que chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” (Lc. 6:46).

A Bíblia é Contra o Rebatismo.
 
O Batismo em águas deve ser ministrado uma só vez. É nesse sentido que Apostolo Paulo escreve aos Efésios: “[..] um só fé; um só batismo” (Ef. 4:5).

O Erro do Batismo de Crianças.
 
A Igreja Católica Romana instituiu o batismo de crianças como um ritual de regeneração.

Ela ensina oficialmente que a água purifica o bebê do pecado original, conferindo-lhe a salvação. Até a Idade Média, eles imergiam todos os recém-nascidos, mas depois passaram a aspergir água sobre eles.

A teologia católica romana declara que o bebê que morre sem ter sido crismado ou batizado vai para o “Limbo dos Inocentes”. Supõe-se que esse seja o lugar em que os bebês vivem para sempre, gozando de algum tipo de felicidade natural, mas sem nenhuma visão de Deus. Diz-se do bebê batizado, porém, que ele se livra dessa condição de segunda classe, indo para outro lugar em que há visão de Deus.

Por que começou a pratica do batismo de crianças? Desde cedo, a Igreja Católica o fez para garantir a inclusão de todos no sistema. Fazendo com que todos fossem “cristãos” desde o nascimento, asseguravam que pertenciam à Igreja e, portanto, estavam sob seu controle.

Em vez de descartar a prática arraigada de batizar crianças, as igrejas reformadas ou fundamentadas na Reformar infelizmente adotaram-na, mas com o tempo ela foi sendo modificada. Elas ensinam que quando os pais cristãos batizam a criança, ela automaticamente torna-se um pequeno membro do povo da aliança de Deus. A realidade é confirmada quando a criança tiver idade suficiente para recitar devidamente o catecismo da Igreja – um rito conhecido por confirmação.


Os convertidos que haviam sido batizados quando crianças provaram a realidade da conversão sendo rebatizados como crentes.

Com freqüência perguntam: “Devo ser rebatizado?” Se a pessoa não foi batizada de acordo com o Novo Testamento, ou seja, não foi imersa na água após um entrega total de sua vida a Jesus Cristo – precisa ser rebatizada. Qualquer outro batismo, consciente ou inconsciente, nada significa.

O Batismo é só para crentes, e deve ser feito o mais rápido possível depois da conversão (Mt. 28:18,19).