Nov 23, 2016

A ponte do perdão

Amor de irmão

 | Histórias para reflexão

Haviam dois irmãos que desde pequenos, aprenderam com os pais a serem muito unidos. Assim que cresceram, foram morar em fazendas vizinhas separadas apenas por um lindo riacho. Os irmãos trabalhavam juntos na criação de gado leiteiro e, por serem tão unidos, tudo ia muito bem... Porém, um dia a situação mudou. O irmão mais velho ficou furioso com o irmão mais novo por causa de um erro na contabilidade que os fez tomar prejuízo. Então, houve uma briga muito feia entre eles! Os dois discutiram e aquela pequena falha se transformou numa troca de ofensas, seguida por semanas de total silêncio entre eles. Em uma manhã, um homem simples bateu à porta do irmão mais velho e ao ser atendido, ele disse:
Bom dia! Estou procurando algum trabalho. Tenho muita experiência com carpintaria. Na verdade, meu pai adotivo era um carpinteiro muito bom e me ensinou tudo o que sei hoje. Você teria algum serviço para mim?
O fazendeiro respondeu:
_ Bom dia. Na verdade, tenho sim. O senhor está vendo aquela fazenda além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós tivemos uma briga muito feia e já faz tempo que não nos falamos.
_ Eu entendo, disse o carpinteiro.
E o irmão prosseguiu:
_ Eu não suporto mais sair na minha varanda e ter que olhar para ele! Então, por favor, use a madeira que está guardada no meu celeiro para construir uma cerca bem alta.
_ Entendi. Disse o carpinteiro, e completou: _ Por favor, me mostre onde está o martelo, os pregos e as outras ferramentas da fazenda.
O irmão mais velho entregou todas as ferramentas ao carpinteiro e foi resolver alguns assuntos na cidade. Enquanto isso, o homem ficou ali cortando e medindo madeira o dia todo. Já no final da tarde, quando o fazendeiro voltou para casa, não acreditou no que viu. Ao invés de levantar uma cerca, o carpinteiro havia construído uma pequena ponte muito linda, ligando as duas margens do riacho. O irmão mais velho ficou irado e falou àquele homem:
_ Seu atrevido! Você sabe muito bem que não foi isso que eu mandei você construir!
Porém, ao olhar novamente para a ponte, ele viu o irmão mais novo correr de braços abertos ao seu encontro:
_ Glória a Deus! Eu sabia que você não era uma pessoa ruim! Quero que você saiba que você é mais que um irmão pra mim, você é meu melhor amigo e eu estava com muita saudades! Você mandou construir essa ponte, mesmo depois dos erros que cometi com o nosso dinheiro. Eu te amo irmão!
Emocionado, o irmão mais velho esqueceu as mágoas e foi ao encontro dele. Eles se abraçaram e choraram muito em cima daquela ponte... Ao ver aquela cena, o carpinteiro pegou suas coisas, virou as costas e, quando estava indo embora, ouviu o irmão mais velho dizer:
_ Espera aí senhor! Preciso te pagar por seu serviço maravilhoso! Você me ajudou a restaurar meu relacionamento com meu irmão e me fez sentir o quanto é bom ter minha família de volta! Quanto te devo?
Então o homem respondeu:
_ Você não me deve nada, meu amigo. Só de ver vocês dois tendo uma nova chance já me deixou muito satisfeito. Essa é a minha missão!
Mas o fazendeiro insistiu:
_ Como assim?! Pelo menos diga o seu nome para que eu possa sempre me lembrar do senhor.
_ Meu nome? Meu nome é JESUS. Respondeu o carpinteiro, indo embora em seguida.
A família é o bem mais precioso que alguém pode ter nessa terra, porém, muitas vezes nós criamos inimizade e discussões por motivos tão bobos, esquecendo de que foi Deus quem colocou essas pessoas em nossas vidas. Lidar com a família nem sempre é fácil, pois somos imperfeitos, mas Jesus nos deu o mandamento de amar e perdoar, independente do que os outros façam, pois Ele fez isso por nós.
Se Deus perdoou os nossos pecados e se queremos ser parecidos com Ele, por que não devemos perdoar as pessoas? Se realmente entendemos o que Cristo fez na cruz por nós, o perdão deve fluir em nosso coração. A Bíblia diz que o amor cobre multidão de pecados, mas a falta de perdão impede que Deus nos perdoe. Por isso, se você tem algo contra o seu próximo, perdoe hoje mesmo e busque a reconciliação. Leia as passagens abaixo:
"Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete" (Mateus 18:21,22).
"E quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem-no, para que também o Pai celestial lhes perdoe os seus pecados". Mas se vocês não perdoarem, também o seu Pai que está no céu não perdoará os seus pecados" (Marcos 11:25,26).
"Tomem cuidado. "Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe. Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: ‘Estou arrependido’, perdoe-lhe" (Lucas 17:3,4).
"Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas" (Mateus 6:14,15).
"Livrem-se de toda amargura, indignação e ira, gritaria e calúnia, bem como de toda maldade. Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo" (Efésios 4:31,32).

Oct 21, 2016

IGREJA NOVA JERUSALÉM, SEDE BARRA MANSA E PINHEIRAL



A igreja Nova jerusalém é uma igreja que a 34 anos prega o evangelho do reino, com diversas igrejas em Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral, Arrozal, Piraí, Mangaratiba, Minas Gerais, Bahia.

PASTOR PRESIDENTE CLAUDEMIR DA SILVA MACHADO

TABERNÁCULO DE JESUS NOVA JERUSALÉM.  a sede está em Barra Mansa, Rua pastor Manoel Rodrigues nº 178 Bairro Vale do Paraíba fundada em 28/08/1982 Instituição Religiosa sem fins lucrativos, devidamente inscrita e registrada perante os órgãos competentes.

Nós da igreja  NOVA JERUSALÉM, acreditamos que toda  igreja que tem doutrina, tem bom costume. Porque a doutrina significa ensinamento, ou (instrução) sabemos que o conhecimento doutrinário, é um baluarte contra o erro. Mateus 22:29. Gálatas. 1:6.


CREMOS EM DEUS – Cremos num ser sempiterno Detentor de todos os atributos da divindade, tais como a Sabedoria, Onisciência, Onipresença, Onipotência, Santidade, Verdade, Amor, etc. Criador e Conservador de tudo que há expressado por meio de três pessoas da mesma substância: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Deut. 6:4; Mat.28:19).

CREMOS NA BÍBLIA – Confiamos ser a Bíblia a Palavra de Deus e, portanto Sagrada, confiada a homens para escreverem-na por intermédio da inspiração especial do Espírito Santo a qual expressa toda a verdade sobre Deus e os homens. (II Tim. 3:14-17).

CREMOS EM JESUS – Estamos certos que é a encarnação de Deus, foi gerado pelo Espírito Santo e concebido pela virgem Maria, possui a natureza humana, foi crucificado e sepultado, ressuscitou de forma corpórea e visível ao terceiro dia e foi ascendido aos céus quarenta dias após sua ressurreição. (Lc. 1:31, 35; Fil. 2:6, 7; Lc. 23:33, 53, 24:6, 15,51).

CREMOS SOBRE O HOMEM – Temos por verdade que todo homem é pecador por causa da herança de Adão e pelas suas próprias culpas e que não tem condições de justificar-se por seus próprios méritos diante de Deus, estando assim condenado ao sofrimento eterno. (Rom. 3:23; Ef. 2:8,9).

CREMOS NA SALVAÇÃO – Acreditamos que todo homem pode ser salvo de seus pecados e justificado diante de Deus pelo favor Divino revelado na Graça, por intermédio da fé naquele que tomou sobre si a nossa condenação e a levou para o Calvário: Jesus Cristo. (Rom. 5:1)

CREMOS NO BATISMO NAS ÁGUAS – Recebemos o Batismo nas águas como uma ordenança do Senhor Jesus àqueles que n’Ele creem e como uma forma de confissão publica da fé e arrependimento de pecados, devem Ser batizados em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Sem que o mesmo possua poderes de salvação. (Mc. 16:16; Rom. 10:9).

CREMOS NO BATISMO COM O ESPIRITO SANTO – Reputamos-o como a capacidade sobrenatural que Deus dá ao homem a fim de que este possa realizar a obra de Deus na terra, sendo que uma das evidencias é o falar línguas. (Atos 1:8; 2:39; 10:44-46).

CREMOS NA SANTIFICAÇÃO – Temos como uma obra contínua e gradativa do Espírito Santo sobre a vida do crente que dá condições de viver desembaraçado do pecado e em comunhão com Deus. (João 16:13).

CREMOS NA IGREJA – Reconhecemos a Igreja como o corpo invisível de Cristo, a qual agrega todos os seus membros.  Cremos que este corpo vive em comunhão, unido pelo elo universal do amor, fundamentado na pedra angular que é Jesus Cristo incentivando-se mutuamente ao prosseguimento da carreira da fé. (I PE. 2:4-8; Rom. 12:5).

  CREMOS NOS DONS DO ESPIRITO SANTO – Cremos na operação dos dons do Espírito Santo visando o aprimoramento e edificação da Igreja, os quais se manifestam segundo a determinação do Senhor da Igreja, Jesus Cristo. (I Cor. 12:4, 11).






 IGREJA DE PINHEIRAL



SEDE

 SEDE


 PINHEIRAL














Endereço igreja Nova Jerusalém Pinheiral

Sep 4, 2016

Jul 5, 2016

BATISMO BÍBLICO EM ÁGUAS




BATISMO BÍBLICO EM ÁGUAS

Cremos no batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro, uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho (Jesus Cristo) e do Espírito Santo, Conforme determinou o Senhor Jesus Cristo. (Mt. 28:19; Rm. 6:1-6 e Cl. 2:12).

O Batismo em águas (o grego baptzõ, “mergulhar”, “submergir”) é uma das ordenanças que Cristo deixou á Igreja (Mt. 28:19). Através do batismo, o novo convertido, que já faz parte do Corpo de Cristo pelo novo nascimento, dá o seu testemunho público. Trata-se, portanto, de uma confissão pública de Fé em Cristo, por intermédio de “Atos e Palavras”, onde o batizando mostra ter aceitado plenamente as verdades da Bíblia Sagrada.

No ato do batismo em águas, o convertido mostra ter morrido para o mundo e renascido para Cristo, para viver agora em “novidade de vida” (Rm. 6:4).

As Águas do batismo não visam limpar os nossos pecados. O novo testamento mostra claramente ser o sangue de Jesus, e não as águas do batismo, o que nos purifica e perdoa. Mediante o sangue de Jesus somos justificados, nossa consciência é purificada e somos redimidos (Rm. 5:9; Hb. 9:14 e I Pd. 1:18-19).

Embora a Igreja católica e algumas denominações evangélicas pratiquem o batismo por aspersão ou efusão, a história e a etimologia do verbo grego “Baptzõ” mostram ser a imersão a forma bíblica.

Apostolo Pedro, ao falar sobre o batismo para “perdão dos pecados” (At. 2:38), usou a mesma expressão grega utilizada por João Batista, quando este afirmou: “E eu, em verdade vos batizo com água, para o arrependimento “ (Mt. 3:11).

O batismo de João Batista não produzia o arrependimento, mas apontava para ele. Assim também a expressão Pedro, “Para perdão dos pecados” significa “por causa do perdão dos pecados” ou “como testemunho de que os vossos pecados foram perdoados”.

Nesse caso, o batismo tornou-se não somente um testemunho, mas um compromisso de viver uma nova vida no poder do Cristo ressuscitado.

Por que Alguém que Confesse a Cristo Não Seria Batizado?
 
Algumas razões podem estar por trás da falta de batismo de alguns cristãos professos:

1) Ignorância - A pessoa não foi bem instruída quanto ao batismo ou não recebeu nenhum ensino a respeito.

2) Orgulho - Alguns decidem não ser batizados por questões de orgulho espiritual. Para eles, o batismo depois de um longo período sem o devido batismo neotestamentário seria confissão pública de desobediência ou ignorância.

3) Indiferença - Outras pessoas simplesmente não se importam. Compreendem o ensino do Novo testamento acerca do batismo e não são contrarias a ele. Talvez até creiam nele, mas nunca decidem aplica-lo porque, obviamente, não pensam que seja muito importante.

4) Desafio - Tais pessoas recusam-se expressamente a ser batizadas. Na maioria das vezes, estão vivendo em pecado e não se dispões a se colocar diante da congregação e reconhecer publicamente a submissão ao senhorio de Jesus Cristo e a alegria de conhece-lo.

5) Falta de regeneração - Esta última categoria descreve pessoas que não são de fato crentes, portanto não têm a compulsão interna do Espírito Santo que os leve à obediência. Esses desfrutam das bênçãos por estar próximos a igreja, mas não tem o desejo de fazer uma confissão pública.

Qual a História do Batismo?
 
Onde ele se originou? Como chegamos a ele? O batismo começou nos tempos do Antigo Testamento. O povo de Israel havia recebido as leis, as promessas, os profetas e as alianças de Deus. Eles cultuavam o Deus verdadeiro.

Algumas pessoas das chamadas nações gentias reconheciam isso e queriam se identificar com Israel, de modo a poder adorar o Deus Verdadeiro corretamente. Elas queriam tornar-se judias – não racialmente, pois isso seria impossível, mas religiosa ou espiritualmente. O sistema que lhes permitia fazer isso era chamado cerimônia de “proselitismo”. Esta continha três partes: circuncisão, sacrifício de animais e batismo.

O batismo implicava ser imerso na água. Ele representava o gentio morrendo para o mundo gentílico e, depois, surgindo numa nova vida como membro de uma nova família, num novo relacionamento com Deus. Foi na imersão de prosélitos gentios que o batismo surgiu pela primeira vez na história da redenção.

Agora voltemo-nos para o ministério de João Batista. Seu trabalho como precursor de Cristo era preparar o povo para a vinda do Senhor. Como ele tentou fazer isso? Ele sabia que Cristo seria santo e exigiria justiça, arrependimento do pecado e conversão a Deus. Portanto, batizou as pessoas como um símbolo visível dessa conversão.

Num dia especial, no meio de seu ministério, aconteceu algo maravilhoso: “Então, veio Jesus da Galileia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, vens tu a mim? Jesus, porem, respondendo, disse-lhe: Deixe por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu” (Mt.3:13-15).

O que seguiu após o batismo de Jesus? Ele mesmo passou a batizar de acordo com João 4:1, o Senhor estava fazendo e batizando mais discípulos que João Batista. Isso significava que os pecadores que criam nele estavam confirmando a necessidade de morrer e serem sepultados para a vida velha e se levantarem em novidade de vida. Depois que Jesus morreu e ressuscitou, ele ordenou que se fosse por todo o mundo, fizesse discípulos e os batizasse.

Quando a igreja nasceu, três mil creram e foram batizados. Há uma continuidade absoluta no registro histórico do batismo como símbolo da morte do velho e da ressurreição do novo. Isso encontra seu cumprimento maior na morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo.

Qual a Relação entre a Imersão e a Salvação?
 
Alguns dizem que você precisa ser batizado para ser cristão e que se não for batizado não é salvo. Eles estão confundindo o batismo na água e a salvação. Tendo sido salvos, entramos na obediência. No Novo Testamento, vemos o batismo como o indicador imediato e inseparável da salvação.

No dia de Pentecostes, três mil creram, foram batizados e perseveraram na doutrina dos apóstolos, na oração, na comunhão e partir do pão. Nenhuma perda. Esse é o padrão de Deus e os apóstolos insistiam nisso.

È comum ouvirmos dizer hoje: “Tivemos uma grande campanha evangelística: Três mil foram salvos, 42 foram batizados e dez integraram-se à igreja local”. Que diferença!


Em Atos 2:37 Pedro diz: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado... para perdão dos pecados”. Isso significa que a água é necessária para lavar o pecado? Não, mas o ato do batismo é o que demonstra aos outros que os pecados foram remidos ou perdoados.

Muitas vezes perguntam: “É preciso ser batizado para entrar no céu?” O ladrão na cruz não foi (Lc. 23:39-43). Pode haver circunstâncias que impeçam o batismo, mas se alguém reluta em ser batizado, isso pode ser um sinal de que o coração não esta disposto a obedecer. E um coração desobediente é sinal de que a pessoa não foi regenerada, pois Jesus disse: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos” (Jo. 14:15) e “Por que chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?” (Lc. 6:46).

A Bíblia é Contra o Rebatismo.
 
O Batismo em águas deve ser ministrado uma só vez. É nesse sentido que Apostolo Paulo escreve aos Efésios: “[..] um só fé; um só batismo” (Ef. 4:5).

O Erro do Batismo de Crianças.
 
A Igreja Católica Romana instituiu o batismo de crianças como um ritual de regeneração.

Ela ensina oficialmente que a água purifica o bebê do pecado original, conferindo-lhe a salvação. Até a Idade Média, eles imergiam todos os recém-nascidos, mas depois passaram a aspergir água sobre eles.

A teologia católica romana declara que o bebê que morre sem ter sido crismado ou batizado vai para o “Limbo dos Inocentes”. Supõe-se que esse seja o lugar em que os bebês vivem para sempre, gozando de algum tipo de felicidade natural, mas sem nenhuma visão de Deus. Diz-se do bebê batizado, porém, que ele se livra dessa condição de segunda classe, indo para outro lugar em que há visão de Deus.

Por que começou a pratica do batismo de crianças? Desde cedo, a Igreja Católica o fez para garantir a inclusão de todos no sistema. Fazendo com que todos fossem “cristãos” desde o nascimento, asseguravam que pertenciam à Igreja e, portanto, estavam sob seu controle.

Em vez de descartar a prática arraigada de batizar crianças, as igrejas reformadas ou fundamentadas na Reformar infelizmente adotaram-na, mas com o tempo ela foi sendo modificada. Elas ensinam que quando os pais cristãos batizam a criança, ela automaticamente torna-se um pequeno membro do povo da aliança de Deus. A realidade é confirmada quando a criança tiver idade suficiente para recitar devidamente o catecismo da Igreja – um rito conhecido por confirmação.


Os convertidos que haviam sido batizados quando crianças provaram a realidade da conversão sendo rebatizados como crentes.

Com freqüência perguntam: “Devo ser rebatizado?” Se a pessoa não foi batizada de acordo com o Novo Testamento, ou seja, não foi imersa na água após um entrega total de sua vida a Jesus Cristo – precisa ser rebatizada. Qualquer outro batismo, consciente ou inconsciente, nada significa.

O Batismo é só para crentes, e deve ser feito o mais rápido possível depois da conversão (Mt. 28:18,19).


Jun 13, 2016

O Melhor Está Por Vir





Introdução: Ao introduzir este magnífico livro, Apocalipse capítulo um descobre e revela a manifestação do incomparável, glorioso filho de Deus. A primeira vez que nosso Senhor veio a este mundo, Ele veio em carne. Ele é revelado em Apocalipse como o ressuscitado, reinando, ressuscitado, exaltado, glorificado Senhor. João O viu como:
· A testemunha fiel.
· Primogênito dentre os mortos.
· Príncipe dos reis da terra.
· Nosso sacrifício que nos amou e nos lavou de nossos pecados no seu próprio sangue.
· O Alfa e o Omega.

Estas são as primeiras e últimas letras do alfabeto grego. É como dizer: "Eu sou o A e o Z". Jesus é tudo. Ele conhece cada necessidade.
· O todo-poderoso.
· Aquele no meio dos sete castiçais.